Falando em tricô… pink!

Lã Pink

Taí uma cor que, se você gosta, favorece todo tipo de mulher. Qualquer idade e corpo pode usar uma peça ou um look total em pink. Fica divertido, feminino sem ser garotinha e chama a atenção. Acho interessante colocar essas cores de primavera num figurino de frio. Além de dar uma esquentada, lembra que ainda há pouco foi primavera e logo, logo o calor estará aí de novo. Uma nostalgia boa.

Se você quiser escolher uma cor para tricotar seu cachecol, estola ou etc, etc, talvez seja uma boa opção. É uma cor “ame-a ou deixe-a”, portanto, caia de cabeça ou fuja. Não existe meio termo com pink.

Vi por aí uma série de fotos de famosas em alta usando look total, peças ou acessórios em pink. Mas não acho, como já disse antes, que isso seja, por si só, uma definição do que nós podemos ou queremos usar. Se alguém nunca gostou dessa cor e viu a Sarah Jessica Parker com um bolero pink, não precisa sair correndo para comprar um. Claro que o que a gente vê mexe com a nossa cabeça, mas é o fim do mundo querer uma coisa só porque “todo mundo está usando”. Há quem viva assim, eu não. Engraçado, comentei com uma amiga minha quando, no auge do verão e da onda azul “bic”, fomos comprar uma saia e a vendedora mostrou logo a azul. Reproduzo o diálogo, muito simples:

– Olha a azul! Tá todo mundo usando! (vendedora)

– É por isso mesmo que eu não quero! rs (eu)

Não é uma questão de princípios, nem de ser do contra. É simplesmente a vontade de não usar uma coisa SÓ porque todo mundo está usando. Moda não é só isso e não é assim que a gente mostra personalidade. Se eu gostasse da cor azul bic, compraria a saia e faria uma customização para que ela ficasse com a minha cara: colocaria uma flor em algum lugar, passamanarias ou sianinhas coloridas e, de repente, a sainha azul que “todo mundo estava usando” teria ficado só com a minha cara.

Dá pra pegar algumas peças chave da estação, como cintura alta ou manga e saia balonê, e não parecer um clone de um editorial de moda. Dá pra usar com personalidade. Quer uma balonê? Use. Casaquinho fofinho? Tudo bem. Mas arrume o cabelo, faça uma maquiagem, coloque um brinco de 20 anos atrás junto. O que você veste tem que contar um pouco da sua história de vida e mostrar quem é você. Um corpo coberto de um monte de “tendências” enterra a personalidade de vez.

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