Acho que dá…

Modelo da Burda Moden - 1956

Enquanto se leva mais tempo e, às vezes, se gasta mais, para encontrar algo que não incomode suas posturas éticas, está muito em voga a moda vintage. Acho isso ótimo, como já comentei neste blog, porque é uma atitude anticonsumista e extremamente inteligente. Não precisa ter marca famosa, mas pode ter uma ligação afetiva, o que é muito mais relevante.

Se você usa o vestido da sua avó, reformado ou não, esse vestido tem uma história que você está ajudando a contar. Não é sair por aí caçando num brechó de marca um vestido que não tem nada a ver com sua história de vida e seu gosto, e ainda por cima é meio caro. Essa busca é boa quando é feita dentro de casa, sozinha ou com amigas (mãe, pai, irmãos e irmãs também podem ser amigos). Redescobrir a história daquela peça, daquele anel, reencontrar uma foto de alguém usando aquele vestido (“quando e para quem foi essa festa?”) é muito mais do que simplesmente se vestir bem. É viver bem.

Aliás, amei a sapatilha aí de cima e o tom do verde é fantástico… É só tirar o tutu!

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