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Inspiração para a coragem

O Talibã tentou me matar e fracassou. Agora estou certa de que as pessoas não querem me matar. Eles entenderam que minha causa é a educação. Mesmo se eu for baleada, a minha causa não deve mudar com a minha morte. Essa causa nunca vai morrer. Além disso, as pessoas não precisam temer a morte. Eu vi a morte na minha frente e agora já não tenho mais medo dela. 

Leia aqui a entrevista completa.

Leia aqui o primeiro capítulo de “Eu Sou Malala”, a autobiografia de Malala Yousafzay, a mais jovem ganhadora do Nobel da Paz.

“A moda não perde seus direitos”

“Paradoxalmente, na Grã-Bretanha e na França, a guerra não fez desaparecer a moda, pelo contrário, estimulou novas expressões. Paris, especialmente, a despeito da Ocupação, pôde permanecer na vanguarda da moda, a da alta-costura, mas também daquele de um cotidiano a inventar com o que se tinha à mão. Houve uma moda bicicleta e mesmo uma moda bicicleta-táxi, como houve uma moda para entrar na fila (moda de verão e moda de inverno, certamente). Houve uma moda “zazu”: “As mulheres escondem sob pelos de animais uma blusa de gola redonda e uma saia plissada muito curta; seus ombros exageradamente carregados constrastam com os dos homens que os usam pendentes; longos cabelos descem em volutas em seu pescoço; suas meias são rajadas, seus calçados são baixos e pesados, elas carregam um grande guarda-chuva que, faça o tempo que fizer, permanece obstinadamente fechado” (L’Illustration de 23 de março de 1943).

Logo, toda mulher é convidada a criar seu próprio modelo de roupa ou capa, pronta para retalhar velhos trajes de homem, afirmando assim sua originalidade e sua capacidade de invenção. Mas Le Figaro aconselha sabiamente suas leitoras: com a condição “de não ser demasiado marcadas pela moda do momento, de maneira a poder sobreviver a ele”.

Maio de 1940, em Londres. Falsas meias pintadas e falsas costuras desenhadas pelas elegantes que não podiam sair com as pernas desnudas.

Moda de 1939: máscara de gás e ampla capa do costureiro Robert Piguet

O quase desaparecimento do couro está na base dos calçados de sola de madeira, que logo se tornam verdadeira moda, com modelos cada vez mais audaciosos.

Texto e fotos retirados do livro “As Mulheres na Guerra – 1939-1945, de Claude Quétel, Editora Larousse.

Tricotando pela WWW

Links que eu amo, de tricô, de paixão pelo tricô, de coisinhas bonitinhas demais para comprar! Vamos lá:

Comprar lã: em inglês, tem o fabuloso Elann. Nunca comprei, mas só ouvi coisas boas a respeito. No Berroco também tem uma variedade enorme, especialmente de fios naturais. Se não for comprar, vale a visita pela belezura das meadas… Em português, compro muito na Aslan, que só vende pacotes fechados a um ótimo preço. A Milady também vende lãs diferenciadas e acessórios, além de compartilhar receitas.

 

  • Receitas: em inglês, o mesmo Berroco acima disponibiliza receitas gratuitas e pagas. Dica: dá pra se divertir bastante sem pagar nada. Tire um tempinho pra olhar com calma. Em português, a Cisne e a Pingouin tem sites ótimos com receitas, explicações e tabelas de cores de seus fios e outros dicas práticas de lavagem e conservação. E por falar em receitas, já comprou a sua Edição de Luxo Outono/Inverno da Mon Tricot? O melhor é que tem um monte de peças facinhas, glossário de pontos e acabamentos e várias receitas com os fios clássicos da Pingouin, pra usar o que você tem guardado.

 

  • Blogs de apaixonadas pelo tricô: Coração de Tricô e o Mon Tricot, sempre uma inspiração. E aproveita as super aulas do básico do tricô que o Superziper tá dando… Outro lugar bem interessante é uma comunidade, em inglês, onde todos os apaixonados por tricô e crochê do mundo se encontram: entre no Ravelry.

 

  • Para comprar: a Koki faz acessórios fofíssimos e muito divertidos de tricô e crochê. Coisa mais linda… E a feiticeira das agulhas é na verdade uma encantadora dos fios. Verdadeiras obras de arte que ela faz e vende com carinho. Clica lá.

 

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Boas tricotadas!

P.S. Importante!! > Não me lembro de onde peguei as duas imagens que ilustram este post! Se alguém conhecer, por favor, me avise para eu dar os devidos créditos!

Peças Rápidas e Fáceis de Tricotar – Pequenos Mimos

Gosto muito de tricotar peças que tem uma modelagem mais democrática e podem ser usadas de vários jeitos. Geralmente peças pequenas, o que as torna rápidas de tricotar. Usando as novas lãs bem trabalhadas, não precisa nem inventar muitos pontos. Mas, se quiser, as tranças estão super em alta. SALVO QUANDO EU MOSTRAR, ESSAS PEÇAS NÃO TÊM RECEITA. Eu explico como fiz cada uma porque também não tive receita para elaborá-las. São pequenas peças perfeitas pra meia-estação ou pro inverno dos que não tem inverno! 😉

CAPINHA

Essa capinha é o seguinte: dois retângulos do mesmo comprimento e de larguras diferentes. O mais largo é trabalhado com o ponto turco (1 tricô, 1 laçada, 2 pontos juntos em tricô), começando e terminando a carreira com 10 pontos tricô. O segundo retângulo tem o mesmo comprimento e metade da largura e é todo feito em cordões de tricô. No arremate, sobre a costura dos 2 retângulos (a costura tem 1 terço do comprimento, sobre o centro da peça), um babadinho feito assim: são 8 carreiras em tricô, mas você começa, por exemplo, com 10 pontos e, a cada carreira, dobra o número de pontos, fazendo 1 tricô, 1 aumento, até o final da carreira. Pra saber com quantos pontos você vai começar, faça uma amostra pra ver o tamanho que você quer. O fio é 100% vintage, original dos anos 70, que minha mãe comprou antes de eu nascer. Que delícia tricotar um fio carregado de tanta história e guardado com tanto carinho.

GOLINHA/PELERINE/PALA

Essa peça é uma graça e fica bem pra todo mundo: dá pra usar por cima de vestidos, golas, camisas e até camisetas. Esse fio também é original dos anos 70 mas ainda é vendido. Ele se chama Club e é da Pingouin. É um clássico que pode ser encontrado na maioria dos armarinhos. Essa pelerine/gola usa a famosa técnica das carreiras invertidas, que são muito divertidas de fazer! Pra facilitar a contagem e poder fazer tricô vendo TV sem errar a receita, use um daqueles aneis marcadores de carreira japoneses. O negócio funciona mesmo! Tem pra vender no site da Aslan. E essa peça TEM RECEITA AQUI.

XALE/CACHECOL/GOLA

 

Coisa mais fácil do mundo: faz de conta que você vai fazer um cachecol mas coloca uma quantidade de pontos um pouquinho maior na agulha, pra ficar mais larguinho. Quando acabar de tricotar a tira, costure as duas pontas e pronto! Dá pra usar dos dois jeitos, como dá pra ver. Usei um fio que também já saiu de linha (eu compro muuuito antes pra fazer muuuito depois!) que é parecido com o Passion da Cisne mas tem umas bolinhas coloridas dentro, muito lindo.

BOLERINHO/CACHECOL

  

É praticamente a minha receita fácil de bolerinho de tricô, só que de mangas curtas, como este aqui. Colocando uma manga dentro da outra, ele vira um cachecol/gola. Usei apenas um novelo da Passion e tricotei com agulhas n.7.

BOAS TRICOTADAS!

Teen in the 80’s

Eu vivi os anos 80. Como diz meu pai, o que para alguns é história, pra mim é memória! E digo que não havia nada mais perigoso em termos de look do que ser adolescente nos anos 80. Era cabelón, cintura altíssima, saia justérrima, calça baggy e por aí vai. Mas existem coisas que sempre me fazem lembrar dessa época com carinho especial.

Uma delas é a música. Algumas coisas realmente ficaram. Bon Jovi é uma delas. Aquele Bon Jovi, com cabelo de poodle selvagem, calças mais justas que Deus, ombreiras gigantes, muito brilho e muito sex appeal. Imagine o que uma imagem dessas não causa na cabeça de uma menina de 13 anos, minha idade na época do lançamento de Born to be my baby. O toque folk das músicas de Slippery when wet, até hoje meu álbum mais querido, é de arrepiar. A trilha sonora de Jovens Pistoleiros também marcou época. As letras realmente diziam alguma coisa, eram poesia pura.

Sempre que tenho saudade do vigor e da vontade de vencer, eu me lembro da frase de Living on a Prayer, do mesmo álbum: “We’re half way there” – Estamos quase lá. E aquela corridinha que o Jon sempre dava nos palcos, incansável, com a voz absolutamente irretocável. Naquela época era no gogó, nada de playback! Pra guardar no coração.

 

Olha que tudo a jaqueta tipo Balmain do David (sim, eu sei os nomes), as tachas, correntes, ombreiras e wet leggings!

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Comecinho da década: montação com cores e estampas. Rolava até make!

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Posso falar? Ele tava muito mais bonito assim do que trabalhado na chapinha como tá agora.

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Que época boa… Pra relembrar, passa no canal Jon Bon Jovi no Vevo pra assistir tudo em alta resolução.

Still de Wanted Dead or Alive, uma das melhores (se não a melhor) músicas de todos os tempos do Bon Jovi.