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Peças fáceis e rápidas de tricotar – XALES

Xale nada mais é do que um grande cachecol. Um pouco mais largo e um pouco mais curto (ou não) pode ser feito com os mais diferentes pontos e tipos de fios. Não tem costura, não tem complicação! É uma ótima peça para quem está começando. Nenhuma das peças abaixo tem receita, eu fui fazendo todas de cabeça e resolvendo os problemas a medida que eles apareciam. Elas servem de inspiração pra você montar a sua: faça uma amostra, escolha um fio apropriado e boa sorte!

 XALE COM PONTOS DERRUBADOS

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Este cachecol/xale é bem diferente. Usei seis fios diferentes, tricotados juntos em ponto tricô com agulha 12. O trabalho fica duro e pesado mas pra deixar a peça molinha e gostosa, usei um truque: na penúltima carreira, deixei cair um ponto a cada 3. Arrematei a última carreira normalmente e fui desfiando os pontos derrubados até embaixo. Parecem franjas na horizontal (uma leitora me pediu pra dar a receita do truque… tá aqui!!). Nunca desfie o primeiro nem o último ponto. E sempre acabe com uma carreira tricotada e arrematada, senão a peça se desmancha.

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Os pontos já desfiados e os fios utilizados.

 Dá pra usar de várias formas:

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XALE LISTADO E TORCIDO

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Este é um retângulo, com listas em ton sur ton, feito com a lã Paratapet, que é uma lã para bordados e tapeçarias. Ela é mais grossa, torcida e é 100% lã. Sem o acrílico, fica um pouco pesada e também não tem o mesmo caimento de um fio com poliamida, por exemplo. Então, aproveitei o que ela tinha de melhor: ela esquenta muito e pode ser usada em peças mais estruturadas. Por ser mais pesada, escolhi um xale pequeno. Pra não ficar muito comum, o truque aparece na hora de vestir: um lado fica do direito o outro do avesso. Acho lindo as listas no avesso e assim dá pra mostrar. Prendi com um palito pra cabelo fininho, que entrou entre os pontos e não “machucou” a peça. Usei agulha 7.

XALE COMPRIDO E MULTI-USO

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O legal desse xale é o sentido do trabalho: ele não foi feito no sentido do comprimento, como se faz a maioria dos xales/cachecóis, mas no sentido da largura! Pra isso, foram 150 pontos na agulha 12 e muita dor nos braços, porque o trabalho ficou bem pesado. Essa lã é a Gaia, da Aslan, que já saiu de linha. O efeito é lindo, o dourado com esse rosa é maravilhoso, o caimento é fantástico, mas ela tem um grande defeito: é pesadíssima!! E também não rende nada: pra fazer essa peça gastei quase 5 novelos. Enfim, nem tudo é perfeito. Todo tricotado em cordão de tricô, apenas fiz uma barrinha de ponto meia pra aplicar alguma coisa, talvez uma renda dourada… Ainda não sei, tá bonito assim porque a lã já é bem trabalhada.

Inspirou-se?? Agora, invente o seu!

Peças fáceis e rápidas de tricotar – GOLAS

 LAÇO 

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Material

• Pingouin flocos: 3 nov.m.gris (835)

• Ag. Para tricô Pingouin n° 5

Ponto empregado

• Barra 1/1: * 1 m.; 1 t.*.

Ponto tricô: tric. Todas as carr. em meia.

 Amostra – Um quadrado de 10 cm em p. tricô nas ag. n° 5 = 15 p. x 24 carr.

 Realização

Montar 40 p. nas ag. n° 5 e tric. em p. tricô. A 13 cm do começo, dividir os p. em 2 ag. do seguinte modo: * 1 p. na 1ª ag.; 1 p. na 2ª ag. * (ficam 17 p. intercalados em cada ag.); trabalhar separadamente os p. da ag. n° 1 em barra 1/1. A 20 cm do começo, deixar à espera. Fazer o mesmo trabalho com as p. da ag. n° 2 . Nesta altura, retomar todos os p. para uma ag. intercalando os p. uma vez de uma ag. outra vez de outra, e trabalhar em p. tricô. A 60 cm do começo, trabalhar com os p. divididos em 2 ag. como anteriormente. Estando todos os p. novamente em 1 ag. trabalhar em p. tricô. A 70 cm do começo, rem.

COM ABA

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Material (tamanho único)

• Pingouin Treviso: 3 nov. ressaca (1620)

• Ag. para tricô Pingouin n° 8

 Ponto empregado

Barra 2/2: * 2 m.; 2 t. *.

Ponto tricô: tric. todas as carr. em meia.

Realização

Montar 60 p. nas ag. n° 8 e tric. em barra 2/2. A 23 cm do começo, tric. em p. tricô distribuindo 14 aum. na 1ª carr. Ir aum. em cada 2 carr.: 2 p. (20 v.). A 35 cm do começo, rem.

Modo de armar

Costurar a gola com p. invisíveis.

RULÊ

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Material – (tamanho único)

• Pingouin Treviso: 2 nov. cherry (1356)

• Ag. para tricô Pingouin n° 8

 Ponto empregado

Barra 2/2: * 2 m.; 2 t. *.

 Realização

Montar 68 p. nas ag. n° 8 e tric. em barra 2/2. A 30 cm do começo, rem.

 Modo de armar

Costurar a gola com p. invisíveis

DEGAGÊ

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Material – (tamanho único)

• Pingouin Cristal: 100 g vermelho (315)

• Ag. para tricô Pingouin n° 2 ½

 Ponto empregado

Barra 3/3 : * 3 m.; 3 t. *.

 Realização

Montar 276 p. nas ag. n° 2 ½ e tric. em barra 3/3. A 36 cm do começo, rem.

 Modo de armar

Costurar a a gola com p. invisíveis.

COMO USAR

As novas golas soltas, em geral, são feitas de tricô e foram criada à moda das echarpes. Por seu estilo despojado, ficam perfeitas por baixo de casacões ou jaquetas ou simplesmenete jogadas sobre camisetas ou tops básicos.

 Variando os modelos

Se quiser ficar com os mais simples, basta tricotar uma peça reta, em forma de cilindro. Quanto mais estreito for, mais rente ficará ao pescoço. Caso prefira uma gola de estilos soltinho, faça o cilindro mais largo e com fio mais maleável.

 Para ir além…

Algumas têm uma aba que desce pela parte superior do peito e das costas. Se quiser um look discreto, faça-as de uma cor neutra e jogue sobre tops do mesmo tom. Outras são como laços, feitas em forma de tiras que se entrelaçam.

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 Novos materiais

A ideia é a mesma, ou seja, fazer uma gola que se adapte a qualquer tipo de blusa. Estas são feitas de pelo de coelho, mas você pode fazer com pelinho falso, à venda em armarinhos, e entremear com fios de couro sintético ou veludo. Fazem um estilo mais chique e ficam bem tanto sobre camisa básica como sobre vestido a rigor.

 Caimento diferente

Ao contrário dos modelos de tricô, estes são em forma de V, o que alonga a silhueta. Estas golas ficam mais bonitas acompanhando as linhas de decote que tenham este formato.

 Ideias da Revista Manequim

Básicos do tricô – Colocando pontos na agulha

Eu sempre passo aqui receitas bem facinhas para principiantes do tricô fazerem sem problemas. Mas algumas leitoras me escreveram pedindo uma coisa que vem antes mesmo de começar a tricotar: colocar os pontos na agulha! Nada mais justo! Quer aprender? Assista o vídeo!

 

 

Boas tricotadas!! 😉

 

Tingimento 1, 2, 3!

Diversas técnicas de tingimento apareceram nos últimos desfiles nacionais, tanto de verão quanto de inverno. Então, se você quer aprender um pouco da técnica pra customizar algumas peças, pode arregaçar as mangas!

Pra parte mais teórica, o site das Tintas Guarany é ótimo: dá todas as dicas de que tinta usar, como fixar, pintar, tingir e fazer efeitos especiais de cor, além de sugestões de trabalhos.

Aqui, apresento algumas criações da minha mãe, que já está craque no tingimento doméstico!

 

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Que tal aproveitar o final de semana e colocar mais cor naquela blusinha que já está precisando de um carinho? 😉

 

Camisetas Customizadas com Renda

Já que ontem falei de renda, escolha a sua e customize uma camiseta neste final de semana, que tal?

A seguir, algumas sugestões fáceis ou que requerem um pouco mais de prática, pra você se inspirar!

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Ideia linda e fácil de fazer da Antes de Paris. Recorte numa renda sintética o formato de uma camiseta regata (pode até usar uma como molde). Depois, costure com pontinhos pelo contorno em cima de outra camiseta, de preferência 100% algodão ou que tenha a mesma elasticidade da renda de cima. E pronto! Se quiser sofisticar, borde umas miçangas, vidrilhos ou paetês por cima da renda já costurada.

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Outra ideia da Antes de Paris: uma golinha de renda, sobreposta ao decote. Pode ser uma popeline coberta de renda sintética preta, pra ficar firminha. Ou pode ser um recorte na própria camiseta, imitando gola (aí já é mais difícil…)

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 Bata Rendada

 Ideia linda (que eu não me lembro onde peguei!! Se alguém reconhecer, grita!!), de renda guipure. Sobreponha a renda no decote da regata. A renda guipure é cheia de bicos e, se você recortar com jeitinho, não precisa arrematar, fica lindo! Costure com pontinhos bem discretos, da cor da renda. Fica lindo também colocar a renda branca sobre a blusa preta ou ao contrário.

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Blusa - Nanette - close

 Essa blusa é de uma marca chamada Nanette e olha que ideia: fazer uma “blusinha” de renda por cima do top tomara-que-caia! A renda acaba no cinto, que também é costurado na peça. É uma ideia ótima pra aproveitar uma sobra de renda, inclusive daquela camisola que não serve mais! Acrescente acessórios mais pesados (reparou que o cinto é de veludo?) pra não ficar com muita cara de lingerie.

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Blusa VSBlusinha Forever 21

Nessas duas blusinhas acima, a ideia é a mesma: pala de renda numa batinha. A da esquerda (Victoria’s Secret) parece renda guipure e a da direita (Forever 21) é um bordado sobre tule. Pra fazer essas, é preciso saber um pouquinho de costura. Mas nada extravagante! Num final de semana dá pra se divertir! 😉

Tem um artigo legalzinho sobre renda aqui, explicando as tendências e o que foi mostrado nos desfiles este ano, no Brasil e no Mundo. 

Bons trabalhos rendados! 😉

O Mundo das Rendas

 

Os delicados fios trançados são valorizados pela moda romântica, artesanal e vintage. Conheça um pouco da história desse nobre tecido

 

Renda Filé (leia-se filê)

Renda Filé

crédito da foto

 

Este tipo de renda é como se fosse uma versão feminina das redes de pesca feitas pelos homens e muito usada em saídas de praia, xales e lenços. Sobre uma rede feita à mão, o artesão preenche os espaços vazados. As feitas com fibras naturais, como seda, linho e fios de algodão, são as mais valiosas.

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Renda Guipure

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crédito da foto

 

De origem francesa, é formada por arabescos em ponto túnel, unidos por finas correntes de fios, com o fundo vazado. Pode ser artesanal ou industrial e, em geral, é feita de linho, algodão ou qualquer outro fio bem fino. É muito usada em vestidos de noiva e roupas de festa.

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Renda Renascença

renda renascença

crédito da foto

 

Muito trabalhosa, feita à mão com agulha de costura, é uma das rendas mais valiosas. Comum em Recife, a Renascença está ainda mais apreciada hoje por causa da moda artesanal e é exportada para muitos países, incluindo Europa, Emirados Árabes, Estados Unidos e Japão.

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Renda Richelieu

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crédito da foto

 

Usada em saídas de praia e mantas, ela lembra um crochê bem fino. É formada em tela, com formas arredondadas e desenhos delicados, como um bico. O ponto é feito enrolando a linha na agulha, com um fio passando por dentro e formando cordões em diferentes volumes.

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Renda de Bilro

renda de bilro 

crédito da foto

 

Originária da Itália, esta renda é muito popular no Nordeste brasileiro. Totalmente artesanal, é feita com o uso de uma almofada onde as agulhas são fixadas para guiar a trama, elaborada pelos movimentos dos bilros (pecinhas de madeira presas aos fios), orientadas pela posição das agulhas. Presença forte na moda e na exportação.

 

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Vestido com renda de bilro, criação de Walter Rodrigues, 2001. Aplicações de renda de bilro produzidas pelas rendeiras da Associação das Rendeiras de Morros da Mariana, Piauí, no projeto Moda e Artesanato. Crédito da foto.

 

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As mãos da artesã tecendo a renda. Crédito da foto.

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Renda Soutache

renda soutache

crédito da foto

 

Feita de materiais sintéticos, é uma renda rebordada com o fio soutache, um fio chato e fino, evidenciando os contornos da renda de baixo. É uma renda em alto-relevo e, embora cubra apenas pedaços do tecido, tem um caimento pesado. Fica ótima em detalhes, como golas e punhos.

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Renda Chantilly

renda chantilly

crédito da foto

 

Uma das mais nobres e conhecidas, a renda chantilly é um misto de viscose e poliamida, o que a deixa com um caimento incrível e um toque aveludado. É um bordado em cima de um tule bem fininho e geralmente tem um pouco de elasticidade. Pode chegar a valores astronômicos: a da foto acima custa módicos R$670 o metro (!).

 

Samuel Cirnansck - Flor e Laço 2

Olha ela aí, no desfile do Samuel Cirnansck, no SPFW 2008.

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Rendas Sintéticas

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crédito da foto

 

Mais baratas e fáceis de encontrar em diversos desenhos e cores. As de poliéster são bem populares mas não tem elasticidade e são ásperas. Boas para usar em detalhes em cima da roupa, sem contato com a pele. As rendas feitas com poliamida, como a da foto acima, são mais texturizadas e macias.

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E você, gosta de renda e looks com renda? Qual é a sua preferida? 😀

 

Algumas das informações acima foram retiradas de uma revista Manequim de 2006.

Camadas

O outono é tempo de camadas. Explico: no começo do dia está friozinho, no meio esquenta muito e parece verão, à tardezinha bate um ventinho de novo… Pra não ficarmos com o “look cebola”, montei um passo a passo de sobreposições, o famoso layering, pra inspirar os dias de outono.

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Primeira sobreposição simples: duas regatas, a de baixo de malha preta, mais justinha, a de cima mais solta. Legging é bom no frio ou no calor e sandálias meio fechadas meio abertas, pra encarar as duas temperaturas.

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Segunda sobreposição: uma peça pequena de tricô, que cubra os ombros mas não exagere. Um bolerinho ou mini-poncho é perfeito. Também serve pra acrescentar um toque de cor.

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Agora esfriou de vez: casaco pra fechar por cima. O bolerinho de tricô vira cachecolzão. Escolha um blazer com modelagem anos 80, ombros mais largos e corte mais masculino. Se quiser um visual menos “agressivo”, coloque um cardigan compridinho. Mas nesse caso, a sandália e o legging pedem um pouco mais de atitude, daí o blazer.

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Se quiser aproveitar a onda étnica, use um xale ou pashimina com motivos de arabescos ou indianos. É feminino e diferente.

 

Ah, outro dado importante: eu não estou usando acessórios, mas em cada caso é legal pensar num acessório marcante: só com a primeira sobreposição, usaria um colarzão. Com o bolerinho de tricô e com o blazer, um anel enorme numa das mãos. Com a pashimina, usaria um brinco e/ou o anel. Experimente em frente ao espelho… 😉