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Peças fáceis e rápidas de tricotar – Coletes

 

As peças a seguir foram metade baseadas em receitas e metade adaptadas. Por isso, não tenho receita delas mas espero que sirvam de inspiração pois são peças fáceis e ótimas para as intermediárias, digamos assim…

 

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Esse é um colete bem diferente. As costas são um grande retângulo em meia e só. A frente são duas tiras cruzadas e costuradas nas laterais. Fica muito aconchegante, porque a modelagem abraça o corpo. Usei o fio Pingouin Marte, que é bem grosso e sem torção, o que o torna extremamente delicado e um pouco difícil de tricotar, já que não pode ser puxado nem esticado. Algumas tricoteiras odeiam esse fio justamente por causa disso mas eu gostei. Ficou bem leve e macio, mas o caimento é um pouco rígido. Usei 5 novelos e agulhas 10.

 

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Esse é basicão e facílimo. As costas são um grande retângulo, calculado na sua medida. Cada lado da frente deve corresponder a 1/3 das costas, ou um pouquinho mais se você quiser fechar mais o pescoço. É só costurar as partes e pronto! Para este colete me baseei numa receita tradicional de quimono, que é tricotado assim, com retângulos, sem diminuições nem aumentos. O capuz fiz porque sobrou lã. O ponto é o tijolinho (tijolinhos alternados em meia e tricô) e eu soltei um ponto a cada 8 para as laçadas na horizontal, desfiando-os até a barra. O acabamento em ponto caranguejo (crochê) é a mão da minha mãe! Eu (vergonha!!) ainda não aprendi a fazer crochê! Só sei fazer ponto baixo, ponto alto e corretinha… mas um dia eu chego lá! A lã é a Pingouin Família e agulhas 6.

 

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Este colete foi adaptado de uma receita da revista Manequim. Ele é tricotado na horizontal, em ponto barra 3/2, o que o deixa com um caimento incrível. A receita original pedia o fio Pingouin Sedificada usado triplo, mas eu usei Pingouin Fricote e ficou ótimo! Muito fofo! O franzido da frente é conseguido na hora de costurar a gola. Foram quase 5 novelos e agulhas 10. Pra quem quiser, reproduzo abaixo a receita da Manequim:

 

Colete Azul

Tamanho: 40

Material
Pingouin Sedificada (usado triplo) – 6 novelos na cor 525 (m. blue); ag. para tricô PINGOUIN nº 10.

Pontos empregados: Ponto Fantasia – 1ª carr.: * 3 m., 2 t. *; repetir de * a * até o final. 2ª carr.: tric. acompanhando o p.Repetir sempre as 1ª e 2ª carr. Cordão de tricô – direito e avesso em t.

Amostra: um quadrado de 10 cm em cordão de tricô e 3 fios tricotados juntos = 8 p. x 14 carr.

Como fazer

A peça é feita com 3 fios trabalhados juntos.
Montar 30 p. e trabalhar em p. fantasia, aum. à esquerda, cada 2 carr. 2 p. (9 v.). A 17 cm do início, formar a abertura da cava dividindo o trabalho da seguinte maneira: trabalhar sobre os primeiros 24 p. e deixar o p. restantes à espera. A 37 cm do início, deixar esses p. à espera e retomar os 24 p. da esquerda. Trabalhar em p. fantasia até obter 37 cm do início. Juntar os 48 p. na mesma ag. e continuar trabalhando em p. fantasia. A 83 cm do início, formar a abertura da outra cava da mesma maneira que a primeira. A 103 cm do início retomar todos os p. na mesma ag. e dim. à esquerda, cada 2 carr. 2 p. (9 v.). A 120 cm do início, rem. acompanhando o p. Para formar a beirada inferior da peça, unir o fio no p. do canto da Frente Esquerda, levantar 66 p. até o p. central das Costas e trabalhar em cordão de tricô. A 12 cm do início, rem. Unir o fio novamente no p. central das Costas, levantar 66 p. até o p. do canto da Frente Direita e trabalhar em cordão de tricô. A 12 cm do início, rem. Unir as beiradas no centro das Costas com p. invisíveis.

Colete - Manequim

 

 

 

 

Amigas e tachas

Sábado teve encontrinho delícia de amigas blogueiras! Lily, Anah e eu nos encontramos pra almoçar e “tachar” peças. Graças à muitas ideias coletadas por aí que serviram de inspiração, muita criatividade e nenhuma preguiça, mudamos a cara de nossas roupas!!

 

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Baguncinha sobre a mesa: fotos inspiradoras, o pacotão de tachas e muitas peças à espera de customização

 

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Anah customizou a bermudinha boyfriend com tachinhas no recorte das costas e um detalhe fofo no bolso da frente

 

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Lily e o colete com a gola tachada

  

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A bermuda da Lily recebeu detalhes no interior dos bolsos e nos passantes

 

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Meu colete ganhou tachas na frente e atrás 

 

Pra quem se interessar, as tachas de latão (não enferrujam e não descascam) são da Eberle. Usamos a niquelada fosca, tamanho 8mm, que é bem legal pra customizações mais delicadas em roupas. Pra tênis, acabamos achando que ficaria melhor a de 10mm, mas a Anah levou as tachinhas que sobraram do pacotão de 1000 pra colar com cola de sapateiro num All Star preto. Eu ainda tenho outras peças pra tachar, mas vai ter que ser outro dia porque caaaansa…

Mais do que as peças lindas, gostoso mesmo foi prosear a tarde toda com amigas queridas! Essa é a verdadeira beleza de tudo!

 

Ciclo Cinema, Corpo e Moda – A Duquesa

Segundo filme dos encontros promovidos pela PUC-SP.

 Pra saber um pouco do enredo, dá uma olhada aqui neste post que eu escrevi por ocasião do lançamento do filme na Inglaterra.

Impossível assistir esse filme sem pensar e considerar a parte histórica. E impossível não lembrar de Lady Diana Spencer, descendente da Duquesa do título e também vitimizada pelas circunstâncias e pelo peso da tradição da nobreza.

Mas vamos ao que interessa: figurino! Claro que o mais chama a atenção é o figurino da Duquesa. Rico, detalhado, inovador para a época, romântico e sedutor. A duquesa representa o poder do duque, o poder da posição dele na hierarquia real e na sociedade. A maioria das palestrantes chamou a atenção para esse fato: enquanto o duque se veste de maneira tão sóbria e tradicionalista, à duquesa cabe exercer a sedução. O poder dele vem do sangue e da posição; o dela, de quanto consegue seduzir.

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As roupas do duque são tradicionais, feitas de tecidos pesados e estruturados, como veludo e tafetá. Sua peruca não é tão empoada e seus movimentos, até por conta dos tecidos, são pequenos e discretos. Até sua voz é baixa. Sua movimentação também é pouca, oscilante, desconfortável. Tudo o que ele passa despercebido visualmente (e todas as habilidades sociais que ele não tem), ele se impõe no poder e na palavra. O que ele quer, acontece. Ele não precisa gritar, gesticular ou se expor. Sua “frieza” é tanta que na época comentava-se que todo o país era apaixonado pela sua esposa, menos ele.

A duquesa, sua esposa, uma mulher tão cheia de enfeites e adornos, apenas demonstra visualmente o poder dele próprio que é, na verdade, o “dono” dela. Sua única função é ser esposa e providenciar um herdeiro homem. Mesmo sendo constantemente referenciada como “Imperatriz da Moda” e lançadora de tendências, saindo caricaturada nos jornais da época e constantemente exposta publicamente, na prática não tinha nenhum poder de decisão sobre sua vida.

Agora, pensando bem: se naquela época a mulher mostrava-se mais enfeitada e sedutora, porque demonstrava, na verdade, o poder de seu “dono”, porque a moda hoje foca muito mais a mulher? Eu acredito que agora porque ela escolhe demonstrar seu próprio poder através da roupa e não tem apenas a roupa para se expressar. Se hoje a mulher não tem dono e ela escolhe o que fazer, vestir, usar, talvez hoje, mais do que nunca, a moda seja um acessório de poder para as mulheres.

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Sua aparência e atitude contrastavam radicalmente com o homem que Georgiana amou, Charles Gray. Seus cabelos despenteados, sua roupa despojada, seus gestos grandes e sua energia em movimentar-se não apenas demonstram sua personalidade enérgica, mas seu desapego à tradição e sua vontade de mudança. Essa atitude também muda quando ele decide ajustar-se ao sistema, não brigar mais pelo seu amor e continuar jogando o jogo do poder, para chegar aonde quer: ser primeiro-ministro, o que ele acaba conseguindo.

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 Essa reflexão nos leva ao tema de discussão do encontro: o papel temático das pessoas no mundo. Todo sistema social é baseado em poderes e esse poder/posição social também pode ser demonstrado pela roupa hoje em dia, num movimento que começou após a revolução industrial da Inglaterra do séc. 19. A roupa definia, naquele momento, uma posição ou uma profissão e como o poder já era também determinado pelas posses, o que a pessoa podia comprar a definia. Nesse momento, também, as pessoas que tinham dinheiro começam  a usar tecidos e aviamentos mais caros, materiais que antes só a nobreza tinha acesso, não pelo preço, mas por que era essa a vestimenta que a definia. Dois séculos antes, por ser a sociedade tão estratificada e ligada à vínculos de sangue, a roupa era quase um uniforme: se era poderoso/nobre/religioso, tinha o direito de usar certas peças e tecidos. O valor de cada ser humano era definido pelo sangue. Dois séculos mais tarde, esse valor passou a ser definido pela riqueza.

A duquesa vive bem no período de transição (1757-1806) dessa fase, em plena Revolução Francesa, que mudará para sempre os valores em vários terrenos, inclusive no jeito de se vestir. A Inglaterra nesse período era vista como a terra da liberdade. Apropriadamente, uma das palestrantes chamou a atenção para a diferença dos jardins franceses – estruturados e organizadíssimos – para os ingleses – “acidentados”. Podemos tirar daí a metáfora de que nesses jardins “acidentados” coisas inesperadas podem acontecer, coisas que podem alterar a ‘normalidade’ das regras tradicionalmente estabelecidas e seguidas. Interessante notar também que as cenas em que Georgiana aparece livre, correndo, usando cores claras e roupas nem tão estruturadas, são justamente as cenas em que ela aparece no jardim. Assim como as crianças, símbolo do comportamento livre, sempre aparecem brincando ao ar livre.

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Essa cenografia e os quadros abertos representam a liberdade, a possibilidade dos ‘acidentes’, de descobrir os caminhos a medida em que se vai andando. Já as cenas internas tem quadros fechados, imagens quase em close, num clima sufocante que dá a impressão que a pessoa não tem espaço nem para abrir os braços. A luz abundante do exterior também faz um contraste com a penumbra do interior. Mesmo dentro de suas casas, estão sempre cercados de pessoas, sem privacidade, nem intimidade. A cenografia está focada em limites visuais. Esses limites visuais metaforizam o limite das emoções, do desejo, da felicidade e das escolhas.

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A maioria das palestrantes abordou o contexto histórico, tanto das roupas quanto da arquitetura, do paisagismo e até do mobiliário, ressaltando as diferenças e semelhanças entre França e Inglaterra e suas grandes damas da moda: Maria Antonieta e Georgiana. Nesse sentido, o filme sobre Maria Antonieta quis focar muito mais esse aspecto visual e até conseguiu criar um estilo quase “usável” inspirado na nobre que morreu na guilhotina. Georgiana certamente estaria em todos os tabloides e revista de fofoca/moda se vivesse hoje. Sua descendente, Diana, esteve. A moda francesa desse período ainda é muito ligada à sedução, tanto para os homens quanto para as mulheres, que usam brocados, brilhos, volumes, maquiagem carregada (era moda colar “mosquinhas” no rosto para parecer pintas) e grandes perucas. Na Inglaterra, sendo a nobreza muito mais ligada ao campo e suas mansões do que à corte, a roupa tende a ser mais prática, menos brilhante, mas não menos elaborada. Apenas mais discreta se comparada à vestimenta dos que transitavam ao redor do Rei Sol e queriam ‘refletir o seu brilho’.

 Pra relembrar Maria Antonieta, dá uma olhada aqui. Pra ver a matéria da Harpers Bazaar UK sobre A Duquesa, clique aqui. Veja mais fotos do filme na galeria abaixo.

 Nota Importante: Esse artigo foi escrito baseado nas minhas anotações do encontro. São ideias coletadas por mim mas partilhadas por todos os que estiveram presentes. Para ver as palestrantes e seus currículos, clique aqui. As fotos deste artigo foram retiradas do Google Images e seus links permaneceram intactos. Portanto, querendo saber a fonte, passe o mouse sobre a imagem.

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Semana que vem, o último filme… Identidade de Nós Mesmos ou Anotações para Roupas e Cidades, de Wim Wenders.

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Lenço charmoso na cabeça

Ideia que tá pegando: fazer uma laço com lenço na cabeça, como uma tiara. Dá pra usar de todo jeito: com cabelo preso, solto, grande, delicado, com ou sem franja no cabelo crespo, liso, curto ou comprido. Ou seja, todo mundo pode usar! Inspire-se nas fotos, aprenda com os vídeos e faça o seu:

Todas as fotos são Hoyfashion

 

E pra quem quer aprender:

Peças fáceis e rápidas de tricotar – XALES

Xale nada mais é do que um grande cachecol. Um pouco mais largo e um pouco mais curto (ou não) pode ser feito com os mais diferentes pontos e tipos de fios. Não tem costura, não tem complicação! É uma ótima peça para quem está começando. Nenhuma das peças abaixo tem receita, eu fui fazendo todas de cabeça e resolvendo os problemas a medida que eles apareciam. Elas servem de inspiração pra você montar a sua: faça uma amostra, escolha um fio apropriado e boa sorte!

 XALE COM PONTOS DERRUBADOS

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Este cachecol/xale é bem diferente. Usei seis fios diferentes, tricotados juntos em ponto tricô com agulha 12. O trabalho fica duro e pesado mas pra deixar a peça molinha e gostosa, usei um truque: na penúltima carreira, deixei cair um ponto a cada 3. Arrematei a última carreira normalmente e fui desfiando os pontos derrubados até embaixo. Parecem franjas na horizontal (uma leitora me pediu pra dar a receita do truque… tá aqui!!). Nunca desfie o primeiro nem o último ponto. E sempre acabe com uma carreira tricotada e arrematada, senão a peça se desmancha.

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Os pontos já desfiados e os fios utilizados.

 Dá pra usar de várias formas:

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XALE LISTADO E TORCIDO

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Este é um retângulo, com listas em ton sur ton, feito com a lã Paratapet, que é uma lã para bordados e tapeçarias. Ela é mais grossa, torcida e é 100% lã. Sem o acrílico, fica um pouco pesada e também não tem o mesmo caimento de um fio com poliamida, por exemplo. Então, aproveitei o que ela tinha de melhor: ela esquenta muito e pode ser usada em peças mais estruturadas. Por ser mais pesada, escolhi um xale pequeno. Pra não ficar muito comum, o truque aparece na hora de vestir: um lado fica do direito o outro do avesso. Acho lindo as listas no avesso e assim dá pra mostrar. Prendi com um palito pra cabelo fininho, que entrou entre os pontos e não “machucou” a peça. Usei agulha 7.

XALE COMPRIDO E MULTI-USO

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O legal desse xale é o sentido do trabalho: ele não foi feito no sentido do comprimento, como se faz a maioria dos xales/cachecóis, mas no sentido da largura! Pra isso, foram 150 pontos na agulha 12 e muita dor nos braços, porque o trabalho ficou bem pesado. Essa lã é a Gaia, da Aslan, que já saiu de linha. O efeito é lindo, o dourado com esse rosa é maravilhoso, o caimento é fantástico, mas ela tem um grande defeito: é pesadíssima!! E também não rende nada: pra fazer essa peça gastei quase 5 novelos. Enfim, nem tudo é perfeito. Todo tricotado em cordão de tricô, apenas fiz uma barrinha de ponto meia pra aplicar alguma coisa, talvez uma renda dourada… Ainda não sei, tá bonito assim porque a lã já é bem trabalhada.

Inspirou-se?? Agora, invente o seu!

Peças fáceis e rápidas de tricotar – GOLAS

 LAÇO 

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Material

• Pingouin flocos: 3 nov.m.gris (835)

• Ag. Para tricô Pingouin n° 5

Ponto empregado

• Barra 1/1: * 1 m.; 1 t.*.

Ponto tricô: tric. Todas as carr. em meia.

 Amostra – Um quadrado de 10 cm em p. tricô nas ag. n° 5 = 15 p. x 24 carr.

 Realização

Montar 40 p. nas ag. n° 5 e tric. em p. tricô. A 13 cm do começo, dividir os p. em 2 ag. do seguinte modo: * 1 p. na 1ª ag.; 1 p. na 2ª ag. * (ficam 17 p. intercalados em cada ag.); trabalhar separadamente os p. da ag. n° 1 em barra 1/1. A 20 cm do começo, deixar à espera. Fazer o mesmo trabalho com as p. da ag. n° 2 . Nesta altura, retomar todos os p. para uma ag. intercalando os p. uma vez de uma ag. outra vez de outra, e trabalhar em p. tricô. A 60 cm do começo, trabalhar com os p. divididos em 2 ag. como anteriormente. Estando todos os p. novamente em 1 ag. trabalhar em p. tricô. A 70 cm do começo, rem.

COM ABA

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Material (tamanho único)

• Pingouin Treviso: 3 nov. ressaca (1620)

• Ag. para tricô Pingouin n° 8

 Ponto empregado

Barra 2/2: * 2 m.; 2 t. *.

Ponto tricô: tric. todas as carr. em meia.

Realização

Montar 60 p. nas ag. n° 8 e tric. em barra 2/2. A 23 cm do começo, tric. em p. tricô distribuindo 14 aum. na 1ª carr. Ir aum. em cada 2 carr.: 2 p. (20 v.). A 35 cm do começo, rem.

Modo de armar

Costurar a gola com p. invisíveis.

RULÊ

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Material – (tamanho único)

• Pingouin Treviso: 2 nov. cherry (1356)

• Ag. para tricô Pingouin n° 8

 Ponto empregado

Barra 2/2: * 2 m.; 2 t. *.

 Realização

Montar 68 p. nas ag. n° 8 e tric. em barra 2/2. A 30 cm do começo, rem.

 Modo de armar

Costurar a gola com p. invisíveis

DEGAGÊ

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Material – (tamanho único)

• Pingouin Cristal: 100 g vermelho (315)

• Ag. para tricô Pingouin n° 2 ½

 Ponto empregado

Barra 3/3 : * 3 m.; 3 t. *.

 Realização

Montar 276 p. nas ag. n° 2 ½ e tric. em barra 3/3. A 36 cm do começo, rem.

 Modo de armar

Costurar a a gola com p. invisíveis.

COMO USAR

As novas golas soltas, em geral, são feitas de tricô e foram criada à moda das echarpes. Por seu estilo despojado, ficam perfeitas por baixo de casacões ou jaquetas ou simplesmenete jogadas sobre camisetas ou tops básicos.

 Variando os modelos

Se quiser ficar com os mais simples, basta tricotar uma peça reta, em forma de cilindro. Quanto mais estreito for, mais rente ficará ao pescoço. Caso prefira uma gola de estilos soltinho, faça o cilindro mais largo e com fio mais maleável.

 Para ir além…

Algumas têm uma aba que desce pela parte superior do peito e das costas. Se quiser um look discreto, faça-as de uma cor neutra e jogue sobre tops do mesmo tom. Outras são como laços, feitas em forma de tiras que se entrelaçam.

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 Novos materiais

A ideia é a mesma, ou seja, fazer uma gola que se adapte a qualquer tipo de blusa. Estas são feitas de pelo de coelho, mas você pode fazer com pelinho falso, à venda em armarinhos, e entremear com fios de couro sintético ou veludo. Fazem um estilo mais chique e ficam bem tanto sobre camisa básica como sobre vestido a rigor.

 Caimento diferente

Ao contrário dos modelos de tricô, estes são em forma de V, o que alonga a silhueta. Estas golas ficam mais bonitas acompanhando as linhas de decote que tenham este formato.

 Ideias da Revista Manequim