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Brigas, Bilhetes, Beijos e… Bullying.

É lei: escolas e clubes devem adotar medidas de prevenção e combate ao bullying. Sancionada pela presidente Dilma Rousseff em novembro, o texto que entrou em vigor no dia 11 de fevereiro de 2016 institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática em todo o território nacional.

Meu segundo livro, BRIGAS, BILHETES E BEIJOS, toca nesta questão falando do ponto de vista de uma adolescente que está passando por essa violência. O que pode ser feito? Como reagir? Deve-se envolver a escola, os pais? Vale a leitura para começar uma reflexão em casa ou na escola!

Mais sobre a lei aqui. Mais sobre o livro, aqui.

Brigas, Bilhetes e Beijos

brigas

2015 começando bem! Meu segundo livro chegando por aqui!

Este livro conta a história de Aurora, que acaba de chegar na escola nova. Ao contrário de sua amiga Fabiane, ela quer passar despercebida e não pensa em fazer amigos. Sabe por quê? Porque ela já sabe o que é ser vítima de bullying. O que ela não sabe é que essa mudança será a primeira de muitas, e serão todas pra melhor, muito melhor… Coragem, cabeça erguida e muita, muita vontade de fazer do mundo ao nosso redor um lugar mais legal pra todo mundo conviver. Leia e volte pra me contar o que achou!

Material para professores aqui.

E pra quem ainda não leu, meu primeiro livro, Quando o Sol encontra a Lua, continua espalhando amor.

Fogo

Para mim, escrever é um ofício movido a paixão. E quando eu digo paixão, não quero dizer apenas a entrega diante do sacrifício de uma vida pouco glamourosa, essencialmente solitária e muitas vezes desvalorizada. É melhor que isso.

Paixão, como eu entendo, é aquilo que esquenta o corpo, faz o coração bater mais rápido e dilata as pupilas. Paixão é a parte física do amor. Paixão é arrepio.

E por isso ser escritor tem muitas vantagens. Porque sem sacrificar nosso físico de forma tão absoluta quanto um ator, conseguimos ser o corpo, a mente e o coração de diversas vidas. Experimentamos o beijo adolescente, as descobertas, as surpresas que a vida nos dá. Temos diversas primeiras vezes. Sorrimos despudoramente. Amamos como se a próxima página estivesse em branco.

Mas a despedida se impõe, e todo livro chega ao fim. A história acaba, e com ela morremos, cem, mil vezes, quantas forem as dores dos nossos pedacinhos de papel. Todos os amantes que nos embalaram de repente não existem mais e sabemos o gosto de como é acabar, assim, pra sempre. Dói. Fisicamente.

E todas as nossas vidas entram naquele túnel mágico que sai do outro lado como se não nos pertencessem mais. E, mesmo sendo pedaços da gente, andam por aí, independentes, tocando outras vidas, levando sorrisos, derramando lágrimas. Isso, se tivermos a sorte de ter quem queira nos publicar, nos ler e viver um pouco do que vivemos pra escrever.

E assim, percebo que a melhor parte de ser escritor é que você vive milhares de vidas, tem dezenas de amantes e centenas de filhos, morre milhares de vezes, tem seu coração desesperadamente despedaçado e toda vez você renasce com seus pedaços recolocados de um jeito um pouquinho diferente e o mundo muda diante dos seus olhos, e você começa a acreditar em tudo de novo, como se fosse a sua primeira vida.

Escrita é fogo. Que bom que nasci fênix.