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Dia Mundial do Meio Ambiente

Tá, colocaram no calendário que hoje é dia mundial do meio ambiente. A gente vê listas de muitas coisas em todos os lugares, listas de coisas que poderíamos fazer todos os dias, como economizar água, plantar uma árvore, reciclar o lixo.

Acho digno que haja uma data para nos lembrar, mas acho péssimo que muita gente precise dela. Acho ótimo que haja um dia de mobilização, de conscientização, mas acho horrível que o esquecimento aconteça.

Lembrar do planeta é lembrarmos de nós mesmos. Você algum dia já esqueceu de viver, de respirar, de comer? Às vezes, durante nosso dia a dia atarefado, a gente esquece de se cuidar, come bobagem, não toma água. Mas a gente se recrimina, se lembra que tem que se cuidar direito, não é? Com o planeta deveria ser assim: descuidar pode até ser uma bobeada, uma vacilada, mas não a regra.

Dia Mundial do Meio Ambiente = Dia Mundial da Humanidade, das Plantas, dos Animais e do Planeta. Dia da gente se lembrar de cuidar da nossa casa. Sugestão: plante uma árvore!

 

O Chique na Berlinda

Em entrevista à Folha de São Paulo, o filósofo australiano Peter Singer diz que o consumo de luxo aumenta a pobreza

SÉRGIO DÁVILA – DE WASHINGTON

Peter Singer acha que as pessoas que gastam [dinheiro] com vinhos caros e viagens luxuosas em vez de ajudar crianças pobres são, de certa maneira, responsáveis pela morte destas. É o que ele defende em seu livro mais recente, “The Life You Can Save” [A Vida Que Você Pode Salvar, Random House, 206 págs., US$ 22, R$ 47], um manifesto humanitário embasado nos preceitos da bioética. É a mais nova faceta do polêmico filósofo australiano de 62 anos, que ensina esse ramo da ética na Universidade Princeton, em Nova Jersey (EUA).

As outras são a do militante pelos direitos dos animais, posição defendida em outro livro, “Animal Liberation” [Libertação Animal, Random House, 1975], considerada a obra que iniciou a faceta radical desse movimento, e “Should the Baby Live? – The Problem of Handicapped Infants” (Deve o Bebê Viver? – O Problema das Crianças com Deficiências, Oxford Univesrity Press, 1985), em que defende a eutanásia.

Leia abaixo trechos da entrevista que concedeu à Folha por e-mail.

FOLHA – Segundo a Unicef, 27 mil crianças morrerão hoje. O que devemos fazer a respeito e não fazemos?
PETER SINGER – Essas mortes são evitáveis. Elas são decorrência de situações que podem ser mudadas -ausência de água limpa, falta de postos médicos locais, ausência de redes contra a malária e assim por diante. Acima de tudo, acontecem por conta da extrema pobreza, e isso também pode ser mudado. Nós deveríamos usar uma parte de nossa riqueza para ajudar a tirar as pessoas da armadilha da extrema pobreza. É errado gastarmos tanto com coisas supérfluas, enquanto outros não têm o suficiente para comer ou não têm condições de mandar suas crianças para a escola.

FOLHA – Ao mesmo tempo, 20 mil americanos perderão seus empregos hoje. O quão difícil é ser coerente em uma época de derretimento econômico?
SINGER – O problema não é coerência, mas fazer com que as pessoas pensem outras enquanto estão preocupadas com os próprios interesses. Somos egoístas por natureza, e não espero que as pessoas se tornem altruístas se estão preocupadas em pagar o aluguel.

FOLHA – O sr. dá um terço de seus rendimentos à rede de assistência global Oxfam. É suficiente? Recomenda que outros façam o mesmo?
SINGER – Eu não diria que é o suficiente; se eu fosse uma pessoa melhor, daria mais. Ao mesmo tempo, porém, não seria preciso que ninguém desse tanto quanto eu dou se apenas as pessoas mais ricas doassem algo de suas rendas. Então, em meu livro, recomendo uma porcentagem muito menor, começando por 1% da renda das pessoas. É possível ver a tabela completa no livro ou no site www.thelifeyoucansave.com, onde você pode fazer sua doação também.

FOLHA – O sr. escreveu: “Quando nós gastamos nossa sobra de dinheiro em shows, sapatos da moda, jantares sofisticados, vinhos caros ou em viagens de férias para lugares distantes, estamos fazendo algo errado”. Mas pode-se argumentar que, ao fazer isso, ajudamos a criar ou manter empregos, algo que hoje em dia é mais do que necessário. Como equilibrar esforço humanitário e capitalismo?
SINGER – A maior parte do que gastamos no que você menciona vai para pessoas que já são ricas. Se o que você compra ajuda realmente os mais pobres -talvez por meio de um esquema de comércio justo-, tudo bem, não me oponho. Mas é importante ajudar os pobres diretamente também, pois de outra maneira eles não podem se integrar à economia global. Os países mais pobres não têm a infraestrutura necessária para essa integração.

FOLHA – O sr. acha que uma das consequências da atual crise pode ser que as pessoas passem a ter uma vida mais frugal?
SINGER – Seria bom em certo sentido, especialmente do ponto de vista do ambiente, do aquecimento global.
Mas duvido que aconteça. A crise vai passar, e em alguns anos voltaremos aos nossos hábitos antigos.

Vamos pensar?

 

Inspiração para os carentes

Até onde vai a carência das pessoas…

Numa sociedade como o a do Japão, onde as pessoas estudam e trabalham até cair (ou já mesmo caídas), muitos sentem falta do que deveriam buscar: carinho e troca afetiva. Infelizmente, mesmo sendo uma das nações mais ricas do mundo, o Japão muitas vezes passa a imagem de um país de solitários. Cheios da grana, sim, mas sozinhos. Quem já não ouviu falar dos hotéis casulos, das pessoas que moram em cyber cafés, dos executivos que só vivem para o trabalho? A riqueza financeira não consegue subornar a carência emocional.

Fiquei sabendo que há no Japão, hoje, os “Cat Cafés”, bares que “alugam” gatos para passar algumas horas com as pessoas. O negócio é um sucesso: por $10 dólares, pode-se passar uma hora com o bichano que você escolher, ou tirar fotos com seus felinos preferidos. Em um deles, o Ja La La Café, no agitado bairro de Akihabara, em Tóquio, cerca de 12 gatos fazem as honras da casa. Os japoneses amam gatos e cuidam muito bem deles.

O lugar é muito frequentado por homens e mulheres que moram sozinhos, são tímidos e introvertidos, que desejariam ter um gato mas que trabalham e/ou viajam muito a trabalho. Além disso, por causa do espaço reduzido, fica difícil ter um animal de estimação. Alguém consegue adivinhar porque o tamagochi fez tanto sucesso há uns 15 anos?

O legal de ter um animal é poder estabelecer uma rotina com ele, conhecer seus hábitos e manias, até sua comida favorita. Quem tem gatos sabe que eles adoram rotinas e ficam meio perdidos quando alguma coisa fica diferente. Também acostumam-se com seus donos, conhecem seus hábitos, cheiros e conseguem até detectar mudanças de humor. Os gatos têm personalidade forte, assumem papéis quando em contato ou convivência com outros gatos e “mandam” no dono, no bom sentido. É que gatos têm vida própria, embora entrem em acordo com os humanos que vivem com eles. Por isso gostam, como qualquer ‘pessoa’ gostaria, que as coisas sejam feitas à sua maneira.

Ver um gato de vez em quando é muito bom mas tê-lo ao seu lado todos os dias é bem melhor. Para o humano e para o gato. Quando as pessoas escolhem paliativos para suas carências acabam desconsiderando o que seria ideal para a outra parte, neste caso, o gato. Por mais que as pessoas digam que o gato é um animal independente (e é mesmo) ele adora ter um dono, um colo e alguém para amar. Nós, humanos, também somos independentes e gostamos disso, mas de vez em quando também queremos colo, segurança e amor. Com os gatos é a mesma coisa. E quando queremos ficar sozinhos, podemos gritar, brigar e até mesmo fazer coisas que depois nos arrependamos. Com um gato também é assim: se ele te arranhar depois de meia hora de alisamento de pêlo, ele quer dizer “agora chega que eu quero paz”. Temos que entender os gestos, já que não falamos o mesmo idioma. Considerar o gato traiçoeiro ou dizer que não se pode confiar é o mesmo que admitir que se é ignorante no assunto e não quer aprender. É a mesma coisa que falar que uma pessoa de cor ou religião diferente da sua é inferior ou menos capaz. Ou seja, é o fim do mundo.

Fora isso, admiro a ideia: já que não se pode ter ou cuidar de um animalzinho, que seja assim. É também uma atitude altruísta, pensando que é melhor que o gato fique num lugar onde ele é bem tratado do que trancado num cubículo, só pra você poder chamá-lo de seu. Se eu estivesse no Japão, visitaria um “bar de gatos”. São essas coisas que fazem do Japão um dos lugares mais interessantes do mundo.

Fiquem com as fotos dos “Cat Café” e depois podem ir abraçar o seu bichano ou seu cachorrinho. Se não tiver um bichinho, vai abraçar o pai, a mãe, ou o namorado/a. Carência se resolve com contato.

 

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 Todas as fotos são do UOL

 

Bico Torto

Ao me mudar para Higienópolis, escolhi um novo endereço para cortar o cabelo. Um amigo me indicou o Mário, que trabalha em um shopping. Animado, o rapaz gosta de conversar o tempo todo. Entre uma tesourada e outra, me falou de sua paixão por pássaros.

— São pinturas vivas!

No início, não me interessei muito pelo assunto. Meu pai criava canários. Passei minha infância ajudando a distribuir alpiste e água pelas gaiolas. Embora o canto e o colorido dos canários fossem incríveis, eu me rebelava contra a obrigação.

— Hum, hum — fiz, educadamente, quando o cabeleireiro entrou no tema.

Animado, o rapaz contou:

— Criei uma arara vermelha no apartamento!

Assustei-me.

— Não é pássaro protegido pelo Ibama?

— Era nascida em cativeiro.

Explicou que a criação de animais em cativeiro ajuda a salvá-los da extinção.

— A arara se comportava como um bichinho de estimação!

Segundo o rapaz, ela pousava em seu braço, comia em sua mão. Reconhecia sua aproximação de longe. Tanta fidelidade provocou uma crise no prédio. Se o dono chegava de noite, a ave soltava gritos de alerta que acordavam a vizinhança. Quem já ouviu sabe bem como é. Houve uma revolta no condomínio. Mário e a mulher cobriram a gaiola, para ver se a arara dormia. Inútil. Mal ele se aproximava da porta, movida pelo sexto sentido comum aos animais, a ave gritava. Fosse de dia ou de noite. Pior, de madrugada. A arara tornou-se um constrangimento.

— Não é para ser criada em apartamento! — rugiu o síndico.

Na época, Mário montava uma pequena escola de primeiro grau em sociedade. Resolveu construir um viveiro de pássaros para os alunos. Só a barulhenta seria pouco. Saiu em busca de outras aves. Descobriu uma loja especializada em espécimes raros criados em cativeiro. O dono prontificou-se a arrumar tipos capazes de viver em harmonia. E propôs, como presente:

— Você não quer ficar com esta ararinha que nasceu com um problema?

O filhote tinha o bico torto, tanto que era incapaz de se alimentar. Só podia ser nutrido através de uma seringa. O oferecimento soou como uma coincidência:

— A proposta da minha escola é justamente a integração da criança deficiente. Tem tudo a ver! — agradeceu Mário.

Levou o filhote para seu apartamento. Passou um bom tempo alimentando-o com papinhas e, como sobremesa, grãos. Aos poucos diminuiu o pastoso e aumentou os sólidos. A ararinha aprendeu a se alimentar sozinha, apesar do bico torto. Só então a levou para o viveiro.

A quem diz que o pássaro estaria muito melhor solto na natureza, o rapaz responde com um argumento:

— Não a arara de bico torto. Quando algum filhote nasce com problema, os pais o atiram do ninho.

Os alunos elegeram a arara como mascote. Ficam felizes ao vê-la no viveiro, convivendo com os outros pássaros, soltando gritos de alerta, comendo com a cabeça curva. Adaptou-se tão bem que… surpresa! Acasalou-se com um macho da espécie e já teve filhotinhos. Enquanto eles piam no ninho, ela os alimenta delicadamente com o bico torto, que se tornou tão útil quanto qualquer outro.

Em uma cidade grande, violenta e cheia de problemas como São Paulo, há o risco de se ficar com o coração torto. E só olhar para o lado ruim de tudo. Sempre me surpreendo. Basta estar de ouvidos abertos para, seja em um corte de cabelo, seja no balcão da padaria, descobrir uma história emocionante. Como a da arara de bico torto que hoje encanta as crianças de uma escolinha da Zona Sul.

 

Linda e inspiradora crônica de Walcyr Carrasco, que saiu na Veja São Paulo de 22 de março de 2009.
e-mail: walcyr@abril.com.br

Dia Mundial da Água

Você chega em casa, solta a bolsa, lava as mãos, abre a geladeira e mata a sede com um refrescante copo de água. A caminho do banho, dá um alô para as queridas plantas e constata que estão precisando ser regadas. Isso você fará com prazer, já a louça esperando na pia e as roupas de molho na máquina de lavar, ih, melhor esperar a diarista cuidar dessa parte amanhã. Muito bem. Agora faça uma pausa e volte ao começo da matéria. Entre em casa novamente e imagine o seu mundo sem água. Não dá sequer para conceber a idéia, não é mesmo? Segundo especialistas, se não começarmos a cuidar das reservas de água do planeta já, ficarmos sem esse precioso líquido é exatamente o que vai acontecer.

Dia 22 de março, ou seja, domingo passado, é a data escolhida pela Organização das Nações Unidas para celebrar o Dia Mundial da Água. Mas a gente não precisa de uma data no calnedário pra nos lembrarmos disso. É um momento para conscientizar a população do planeta a respeito dos problemas relativos à escassez deste elemento indispensável à vida. Cerca de dois terços do corpo humano são constituídos de água, assim como a superfície terrestre, que tem dois terços de sua composição líquida. É o elemento que melhor simboliza a essência humana. No entanto, embora a Terra seja conhecida como o “planeta azul”, a água disponível para consumo não é tão abundante como se pode imaginar.

Embaixo do solo brasileiro encontra-se 97% da água potável subterrânea em estado líquido do planeta.

Aproximadamente 97% da água do planeta é salgada. Pouco mais de 2% é doce, mas não está disponível à população, pois encontra-se na forma sólida, em geleiras, calotas polares e neves eternas. Sobra menos de 1% – na verdade, cerca de 0,3% apenas – de água potável para o uso, em rios, lagos e reservatórios subterrâneos. Além disso, menos de 1% dessa água doce disponível provém de fontes consideradas renováveis. “O risco da falta de água é um fato. O homem está cada vez mais se concentrando em cidades – 82% da população brasileira vive em áreas urbanas. Isto gera uma demanda excessiva por água”, afirma o engenheiro e ambientalista David Zee, professor do Departamento de Oceanografia e Hidrologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

A situação é grave no mundo inteiro (especialmente no Oriente Médio, que conta com pouquíssimos recursos), mas podemos dizer que o Brasil é privilegiado. O país conta com cerca de 12% da concentração mundial de água doce e, segundo a Unesco/ONU, possui o maior volume de água doce renovável, com mais 6.220 bilhões de metros cúbicos a serem aproveitados. Embaixo do solo brasileiro encontra-se 97% da água potável subterrânea em estado líquido do planeta. “O Brasil é uma das grandes reservas hídricas do mundo, mas a maior parte da água potável está no Norte e no Nordeste, enquanto a população se concentra nas regiões Sul e Sudeste do país. A demanda é desproporcional”, compara David Zee.

Faça a sua parte

Se cada ser humano do planeta fizer a sua parte e a água potável for devidamente preservada, não precisaremos nos preocupar com a sua falta. Confira algumas dicas básicas para evitar o desperdício:

  • Escove os dentes e se ensaboe no banho com as torneiras fechadas. O mesmo vale para lavar a louça e para fazer a barba. Com a torneira aberta durante todo o “processo”, o gasto ultrapassa os 20 litros. Se você não está usando a água naquele momento, por que deixá-la ir embora?
  • Ao lavar o carro, utilize um balde. Um banho de mangueira de meia hora gasta mais de 500 litros de água, enquanto o uso de baldes consome cinco vezes menos. O mesmo acontece ao limpar a calçada.
  • Use a máquina de lavar somente quando estiver cheia de roupas.
  • Para molhar as plantas, regue só o necessário e, de preferência, nas horas menos quentes do dia (logo pela manhã é o ideal para as plantas e para evitar desperdício). E se a meteorologia prever chuva, a necessidade de água para regar diminui bastante.
  • Evite banhos muito demorados e o uso de banheira.
  • Fique atento a possíveis vazamentos. Uma dica é conferir sempre a conta de água e investigar gastos abusivos e repentinos.
  • Verifique também as torneiras e feche-as bem. Torneira pingando, no final, acaba resultando em um grande prejuízo. São 46 litros desperdiçados por dia.

Por Mônica Vitória – MSN Mulher

O que você tem feito?

Gente, tem uma pesquisa bem legal do site Planeta Sustentável acontecendo: trata-se de conhecer e medir qual o seu grau de engajamento com o tema da sustentabilidade. É só clicar aqui e responder até o dia 06 de abril. Vale a pena.

Às vezes, a gente pode pensar que precisa mover mundos e fundos pra fazer alguma coisa e pode nem perceber que atitudes bem pequenininhas, como fechar a torneira enquanto escova os dentes e tomar banhos mais rápidos, pode fazer muita diferença. Conversa e convença outras pessoas a reciclar. Coloque a mão na massa. Pesquise antes de comprar, pra saber como funciona aquela empresa ou se a propaganda de sustentabilidade e preocupação ecológica que ela alardeia não fica só na peça publicitária. Evite comprar produtos de origem animal. Pense antes de comer.

Pare e pense. Não cede facilmente à tentação e ao desejo consumista. Você não é o que você veste ou calça. Você é você. Não deixe ninguém te convencer do contrário. Você é o que você consome no sentido daquilo mostrar quais são as suas prioridades. Ande com a cabeça leve e a consciência tranquila. O problema é enorme e vai atingir todo mundo se não pararmos agora.

Por falar em problema, quem estiver em São Paulo está convidado para a exposição INTEMPÉRIES – O FIM DO TEMPO. Vinte e nove artistas de dezesseis países refletem sobre a relação entre o homem, a arte e a situação climática do mundo. Os suportes utilizados na coletiva são vídeos e fotografias. Entre os participantes estão o mineiro radicado no Rio de Janeiro Thiago Rocha Pitta, o paulistano Paulo Climachauska, o chinês Yang Shaobin e o inglês Simon Faithfull. Na Oca. Parque do Ibirapuera, portão 3, 5083-0519. Terça a domingo e feriados, 10h às 18h. Grátis. Até 12 de abril.

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Vai lá e depois tente não fazer nada…