
Casa de Michelangelo Buonarotti, Florença, Itália, 1998.
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Na blusa, babados e flores. Eu gosto dessa foto porque ela me lembra Vermeer…

Pra ver mais obras dessa artista incrível, clica aqui.

Casa de Michelangelo Buonarotti, Florença, Itália, 1998.
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Na blusa, babados e flores. Eu gosto dessa foto porque ela me lembra Vermeer…

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Londres, 1996.
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Esse blazer de lã azul foi meu fiel companheiro em muitas viagens. Modelagem eterna, cor linda. Ficou pequeno e foi dar uma volta por aí, contar mais aventuras com outras pessoas.

Look escocês, Edimburgo, Escócia, 1996.
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Olha o Castelo de Edimburgo ao fundo. O mesmo blazer da foto acima. Eram 10 da noite e estava bem frio.

Qualquer semelhança não é mera coincidência… Olha um blazer quase irmão, desfilado na semana de moda de Paris 2010, que aconteceu na semana passada. Desfile do Rochas.
Moda… tudo volta…
As peças a seguir foram metade baseadas em receitas e metade adaptadas. Por isso, não tenho receita delas mas espero que sirvam de inspiração pois são peças fáceis e ótimas para as intermediárias, digamos assim…

Esse é um colete bem diferente. As costas são um grande retângulo em meia e só. A frente são duas tiras cruzadas e costuradas nas laterais. Fica muito aconchegante, porque a modelagem abraça o corpo. Usei o fio Pingouin Marte, que é bem grosso e sem torção, o que o torna extremamente delicado e um pouco difícil de tricotar, já que não pode ser puxado nem esticado. Algumas tricoteiras odeiam esse fio justamente por causa disso mas eu gostei. Ficou bem leve e macio, mas o caimento é um pouco rígido. Usei 5 novelos e agulhas 10.

Esse é basicão e facílimo. As costas são um grande retângulo, calculado na sua medida. Cada lado da frente deve corresponder a 1/3 das costas, ou um pouquinho mais se você quiser fechar mais o pescoço. É só costurar as partes e pronto! Para este colete me baseei numa receita tradicional de quimono, que é tricotado assim, com retângulos, sem diminuições nem aumentos. O capuz fiz porque sobrou lã. O ponto é o tijolinho (tijolinhos alternados em meia e tricô) e eu soltei um ponto a cada 8 para as laçadas na horizontal, desfiando-os até a barra. O acabamento em ponto caranguejo (crochê) é a mão da minha mãe! Eu (vergonha!!) ainda não aprendi a fazer crochê! Só sei fazer ponto baixo, ponto alto e corretinha… mas um dia eu chego lá! A lã é a Pingouin Família e agulhas 6.

Este colete foi adaptado de uma receita da revista Manequim. Ele é tricotado na horizontal, em ponto barra 3/2, o que o deixa com um caimento incrível. A receita original pedia o fio Pingouin Sedificada usado triplo, mas eu usei Pingouin Fricote e ficou ótimo! Muito fofo! O franzido da frente é conseguido na hora de costurar a gola. Foram quase 5 novelos e agulhas 10. Pra quem quiser, reproduzo abaixo a receita da Manequim:
Colete Azul
Tamanho: 40
Material
Pingouin Sedificada (usado triplo) – 6 novelos na cor 525 (m. blue); ag. para tricô PINGOUIN nº 10.
Pontos empregados: Ponto Fantasia – 1ª carr.: * 3 m., 2 t. *; repetir de * a * até o final. 2ª carr.: tric. acompanhando o p.Repetir sempre as 1ª e 2ª carr. Cordão de tricô – direito e avesso em t.
Amostra: um quadrado de 10 cm em cordão de tricô e 3 fios tricotados juntos = 8 p. x 14 carr.
Como fazer
A peça é feita com 3 fios trabalhados juntos.
Montar 30 p. e trabalhar em p. fantasia, aum. à esquerda, cada 2 carr. 2 p. (9 v.). A 17 cm do início, formar a abertura da cava dividindo o trabalho da seguinte maneira: trabalhar sobre os primeiros 24 p. e deixar o p. restantes à espera. A 37 cm do início, deixar esses p. à espera e retomar os 24 p. da esquerda. Trabalhar em p. fantasia até obter 37 cm do início. Juntar os 48 p. na mesma ag. e continuar trabalhando em p. fantasia. A 83 cm do início, formar a abertura da outra cava da mesma maneira que a primeira. A 103 cm do início retomar todos os p. na mesma ag. e dim. à esquerda, cada 2 carr. 2 p. (9 v.). A 120 cm do início, rem. acompanhando o p. Para formar a beirada inferior da peça, unir o fio no p. do canto da Frente Esquerda, levantar 66 p. até o p. central das Costas e trabalhar em cordão de tricô. A 12 cm do início, rem. Unir o fio novamente no p. central das Costas, levantar 66 p. até o p. do canto da Frente Direita e trabalhar em cordão de tricô. A 12 cm do início, rem. Unir as beiradas no centro das Costas com p. invisíveis.

Sábado teve encontrinho delícia de amigas blogueiras! Lily, Anah e eu nos encontramos pra almoçar e “tachar” peças. Graças à muitas ideias coletadas por aí que serviram de inspiração, muita criatividade e nenhuma preguiça, mudamos a cara de nossas roupas!!

Baguncinha sobre a mesa: fotos inspiradoras, o pacotão de tachas e muitas peças à espera de customização

Anah customizou a bermudinha boyfriend com tachinhas no recorte das costas e um detalhe fofo no bolso da frente


Lily e o colete com a gola tachada


A bermuda da Lily recebeu detalhes no interior dos bolsos e nos passantes


Meu colete ganhou tachas na frente e atrás
Pra quem se interessar, as tachas de latão (não enferrujam e não descascam) são da Eberle. Usamos a niquelada fosca, tamanho 8mm, que é bem legal pra customizações mais delicadas em roupas. Pra tênis, acabamos achando que ficaria melhor a de 10mm, mas a Anah levou as tachinhas que sobraram do pacotão de 1000 pra colar com cola de sapateiro num All Star preto. Eu ainda tenho outras peças pra tachar, mas vai ter que ser outro dia porque caaaansa…
Mais do que as peças lindas, gostoso mesmo foi prosear a tarde toda com amigas queridas! Essa é a verdadeira beleza de tudo!
Último filme do ciclo foi o documentário Identidade de Nós Mesmos ou Anotações para Roupas e Cidades, de Wim Wenders.

Wim Wenders acompanha Yohji Yamamoto em seu atelier, durante as provas para a coleção que será apresentada em Paris. Seu processo criativo é exposto de maneira delicada, silenciosa. Nós e o documentarista somos quase testemunhas de um momento especial, que Yamomato nos deixa assistir.
Além, é claro, do grande assunto do filme — o processo criativo de Yamamoto — há muitas argumentações paralelas: as cidades e como elas influenciam o processo, a roupa e a imaginação; o olhar do documentarista e sua avaliação da imagem que produz; a roupa e a mulher que a veste.
Trata-se de um documentário, não de uma história com começo, meio e fim. Há argumentações, não narrativas. A única coisa que tem começo, meio e fim é a produção e o desfile do estilista em Paris. Perguntar-se sobre as semelhanças e diferenças entre Paris e Tóquio, o ato de documentar, a forma como se fotografa e filma, tudo é questionado pelo diretor/narrador.
Mas vamos falar de Yamamoto… Um artista, mesmo. Um universo inteiro. Ao começar a criar para a mulher européia, ele comenta sobre as diferenças de proporção em relação ao corpo da japonesa. Além da diferença física, outros aspectos relevantes para a criação são percebidos: as emoções, a geografia, os pensamentos, o modo de vida daquela outra mulher. É outro mundo.
O processo de criação começa com a escolha do material ou com a escolha da forma. Certas formas pedem certos materiais e certos materiais pedem uma determinada forma. Cores são texturas e emoções. Por isso ele só cria em cima do preto, que para ele traz emoções mais condensadas, como a junção de todas as cores. Depois ele escolhe a matiz que será feita a peça. Mas sua paleta possui poucas cores, geralmente muito preto, algum branco e toques de vermelho.

Certas formas pedem certos materiais e certos materiais pedem uma determinada forma. Cores são texturas e emoções.
Repare no tecido estruturado do blazer e das formas drapeadas do vestido/casaco. À cada um, seu material.
Yohji gosta de ressaltar que é japonês mas não é apenas japonês. Suas roupas não tem nacionalidade. Seu estilo é a expressão de um sentimento. Por isso, é impossível copiá-lo. Sua linguagem é única e reconhecível. Ao criar uma roupa, ele busca descobrir a “essência” dela no processo de fabricação. Gosta de ser chamado de costureiro, gosta de se debruçar sobre os moldes, presta atenção nas costuras. Adora explorar as assimetrias: lembra que quando algo é simétrico, incomoda. O ser humano não é simétrico em suas emoções, em seus pensamentos e até mesmo em seu corpo. Suas peças de roupa são tão convidativas que ele gostaria que as pessoas “morassem” nelas e se identificassem a tal ponto que, se alguém visse o casaco de alguém jogado no chão, não diria “é o casaco do fulano” mas sim “é o fulano”.

Os pespontos, o preto e o branco e as assimetrias: marcas de Yamamoto.
Sobre estilo, ele deu uma aula: estilo pode ser uma prisão de repetições. Mas aceitar seu estilo te dá a chave para abrir essa prisão e tornar-se o guardião dela, deixando entrar somente o que você quer. Nesse aspecto, temos que pensar também no que passa e no que fica, o efêmero e o permanente. Vítimas do consumismo geralmente só enchem os armários de efemeridades, coisas que passarão, roupas que em nada se parecem com quem as comprou. O permanente é não apenas o clássico, mas algo prático, que dá a liberdade para quem o veste ser e exercer as funções que se propõe. Pessoas não deveriam consumir roupas, deveriam ser aquelas roupas. Claro que a moda movimenta o mundo. E moda não é apenas roupa: podem ser pessoas, filmes, livros, músicas e até mesmo prédios. E muitas vezes, moda também acomoda a necessidade: se você está morrendo de frio vai precisar de um casaco. Ele pode ser até assim ou assado, mas em primeiro lugar vem sua necessidade de não morrer de frio. Assim que as pessoas deveriam consumir. Consumindo tudo o que podem, acabam consumindo a vida e tudo que podem comprar como objetos, sem ter nem ao mesmo consciência desses objetos. No minuto em que estão na mão, já se tornam obsoletos. O consumista só quer o que ainda não tem, mesmo que já tenha muito. “Felicidade seria obrigar as pessoas a viverem de forma simples e sem comprar”, frase de Yamamoto que me soou como marketing, porque se todos obedecessem ele iria à falência. Mas concordo com a primeira parte: viver de forma simples também significa comprar menos e com mais consciência das suas necessidades.

Reparem que em suas criações a mulher aparece sempre muito verticalizada, altiva, oferecendo um destaque para o colo e o rosto. Yamamoto significa “ao pé da montanha”. Talvez seja assim que Yohji se coloque: aos pés dessa mulher ativa, trabalhadora, executiva, guerreira. Mulheres como sua mãe, que o criou sozinha depois que seu pai morreu na guerra. Aliás, a guerra incomoda Yohji. “A guerra ainda não acabou dentro de mim”, diz ele. O sentimento de luto e de falta de futuro parece assombrá-lo e revoltá-lo. Mas ele sublima a guerra dessa forma: vivendo o presente, “desenhando o tempo”, vivendo na moda de forma atemporal e anti-glamurosa. “A simetria perfeita é feia. Precisamos quebrar, destruir um pouco”. Desconstruindo linhas, construindo sonhos. Assim segue Yamamoto.
Pra conhecer mais sobre o estilista, visite o site oficial. As fotos foram tiradas daqui, daqui, daqui e daqui. Essa menina é fã dos japoneses e escreve coisas lindas. Pra pensar muito.
Nota Importante: Esse artigo foi escrito baseado nas minhas anotações do encontro. São ideias coletadas por mim mas partilhadas por todos os que estiveram presentes. Para ver os palestrantes e seus currículos, clique aqui.
Obrigada ao pessoal da PUC-SP, por promover com tanto comprometimento e profissionalismo um evento com tanta qualidade. E também por me convidar! Até o próximo!
Segundo filme dos encontros promovidos pela PUC-SP.
Pra saber um pouco do enredo, dá uma olhada aqui neste post que eu escrevi por ocasião do lançamento do filme na Inglaterra.
Impossível assistir esse filme sem pensar e considerar a parte histórica. E impossível não lembrar de Lady Diana Spencer, descendente da Duquesa do título e também vitimizada pelas circunstâncias e pelo peso da tradição da nobreza.
Mas vamos ao que interessa: figurino! Claro que o mais chama a atenção é o figurino da Duquesa. Rico, detalhado, inovador para a época, romântico e sedutor. A duquesa representa o poder do duque, o poder da posição dele na hierarquia real e na sociedade. A maioria das palestrantes chamou a atenção para esse fato: enquanto o duque se veste de maneira tão sóbria e tradicionalista, à duquesa cabe exercer a sedução. O poder dele vem do sangue e da posição; o dela, de quanto consegue seduzir.

As roupas do duque são tradicionais, feitas de tecidos pesados e estruturados, como veludo e tafetá. Sua peruca não é tão empoada e seus movimentos, até por conta dos tecidos, são pequenos e discretos. Até sua voz é baixa. Sua movimentação também é pouca, oscilante, desconfortável. Tudo o que ele passa despercebido visualmente (e todas as habilidades sociais que ele não tem), ele se impõe no poder e na palavra. O que ele quer, acontece. Ele não precisa gritar, gesticular ou se expor. Sua “frieza” é tanta que na época comentava-se que todo o país era apaixonado pela sua esposa, menos ele.
A duquesa, sua esposa, uma mulher tão cheia de enfeites e adornos, apenas demonstra visualmente o poder dele próprio que é, na verdade, o “dono” dela. Sua única função é ser esposa e providenciar um herdeiro homem. Mesmo sendo constantemente referenciada como “Imperatriz da Moda” e lançadora de tendências, saindo caricaturada nos jornais da época e constantemente exposta publicamente, na prática não tinha nenhum poder de decisão sobre sua vida.
Agora, pensando bem: se naquela época a mulher mostrava-se mais enfeitada e sedutora, porque demonstrava, na verdade, o poder de seu “dono”, porque a moda hoje foca muito mais a mulher? Eu acredito que agora porque ela escolhe demonstrar seu próprio poder através da roupa e não tem apenas a roupa para se expressar. Se hoje a mulher não tem dono e ela escolhe o que fazer, vestir, usar, talvez hoje, mais do que nunca, a moda seja um acessório de poder para as mulheres.

Sua aparência e atitude contrastavam radicalmente com o homem que Georgiana amou, Charles Gray. Seus cabelos despenteados, sua roupa despojada, seus gestos grandes e sua energia em movimentar-se não apenas demonstram sua personalidade enérgica, mas seu desapego à tradição e sua vontade de mudança. Essa atitude também muda quando ele decide ajustar-se ao sistema, não brigar mais pelo seu amor e continuar jogando o jogo do poder, para chegar aonde quer: ser primeiro-ministro, o que ele acaba conseguindo.

Essa reflexão nos leva ao tema de discussão do encontro: o papel temático das pessoas no mundo. Todo sistema social é baseado em poderes e esse poder/posição social também pode ser demonstrado pela roupa hoje em dia, num movimento que começou após a revolução industrial da Inglaterra do séc. 19. A roupa definia, naquele momento, uma posição ou uma profissão e como o poder já era também determinado pelas posses, o que a pessoa podia comprar a definia. Nesse momento, também, as pessoas que tinham dinheiro começam a usar tecidos e aviamentos mais caros, materiais que antes só a nobreza tinha acesso, não pelo preço, mas por que era essa a vestimenta que a definia. Dois séculos antes, por ser a sociedade tão estratificada e ligada à vínculos de sangue, a roupa era quase um uniforme: se era poderoso/nobre/religioso, tinha o direito de usar certas peças e tecidos. O valor de cada ser humano era definido pelo sangue. Dois séculos mais tarde, esse valor passou a ser definido pela riqueza.
A duquesa vive bem no período de transição (1757-1806) dessa fase, em plena Revolução Francesa, que mudará para sempre os valores em vários terrenos, inclusive no jeito de se vestir. A Inglaterra nesse período era vista como a terra da liberdade. Apropriadamente, uma das palestrantes chamou a atenção para a diferença dos jardins franceses – estruturados e organizadíssimos – para os ingleses – “acidentados”. Podemos tirar daí a metáfora de que nesses jardins “acidentados” coisas inesperadas podem acontecer, coisas que podem alterar a ‘normalidade’ das regras tradicionalmente estabelecidas e seguidas. Interessante notar também que as cenas em que Georgiana aparece livre, correndo, usando cores claras e roupas nem tão estruturadas, são justamente as cenas em que ela aparece no jardim. Assim como as crianças, símbolo do comportamento livre, sempre aparecem brincando ao ar livre.




Essa cenografia e os quadros abertos representam a liberdade, a possibilidade dos ‘acidentes’, de descobrir os caminhos a medida em que se vai andando. Já as cenas internas tem quadros fechados, imagens quase em close, num clima sufocante que dá a impressão que a pessoa não tem espaço nem para abrir os braços. A luz abundante do exterior também faz um contraste com a penumbra do interior. Mesmo dentro de suas casas, estão sempre cercados de pessoas, sem privacidade, nem intimidade. A cenografia está focada em limites visuais. Esses limites visuais metaforizam o limite das emoções, do desejo, da felicidade e das escolhas.


A maioria das palestrantes abordou o contexto histórico, tanto das roupas quanto da arquitetura, do paisagismo e até do mobiliário, ressaltando as diferenças e semelhanças entre França e Inglaterra e suas grandes damas da moda: Maria Antonieta e Georgiana. Nesse sentido, o filme sobre Maria Antonieta quis focar muito mais esse aspecto visual e até conseguiu criar um estilo quase “usável” inspirado na nobre que morreu na guilhotina. Georgiana certamente estaria em todos os tabloides e revista de fofoca/moda se vivesse hoje. Sua descendente, Diana, esteve. A moda francesa desse período ainda é muito ligada à sedução, tanto para os homens quanto para as mulheres, que usam brocados, brilhos, volumes, maquiagem carregada (era moda colar “mosquinhas” no rosto para parecer pintas) e grandes perucas. Na Inglaterra, sendo a nobreza muito mais ligada ao campo e suas mansões do que à corte, a roupa tende a ser mais prática, menos brilhante, mas não menos elaborada. Apenas mais discreta se comparada à vestimenta dos que transitavam ao redor do Rei Sol e queriam ‘refletir o seu brilho’.
Pra relembrar Maria Antonieta, dá uma olhada aqui. Pra ver a matéria da Harpers Bazaar UK sobre A Duquesa, clique aqui. Veja mais fotos do filme na galeria abaixo.
Nota Importante: Esse artigo foi escrito baseado nas minhas anotações do encontro. São ideias coletadas por mim mas partilhadas por todos os que estiveram presentes. Para ver as palestrantes e seus currículos, clique aqui. As fotos deste artigo foram retiradas do Google Images e seus links permaneceram intactos. Portanto, querendo saber a fonte, passe o mouse sobre a imagem.

Semana que vem, o último filme… Identidade de Nós Mesmos ou Anotações para Roupas e Cidades, de Wim Wenders.
