Inspiração para libertar

 

O que aconteceu semana passada no Sea World (uma das orcas matou a treinadora mais experiente do parque) me fez pensar nos animais presos nesse tipo de cativeiro. Porque não é só estar ali, sem ter o mar inteiro pra nadar, nem utilizar toda a força pra caçar seu alimento, nem procriar na hora certa. É fazer todos os dias, várias vezes ao dia, movimentos repetitivos ao som de uma música bate-estaca altíssima, ser privado de alimento pra ser recompensado na hora do truque e usar 10% (ou menos) da sua capacidade de força e agressividade.

O âncora do Jornal da Band falou uma frase depois de anunciar a notícia que eu quero reproduzir aqui: “Só falta sacrificarem a baleia! Ela já teve sua vida sacrificada por estar trancada naquele tanque”. Bati palmas. Certamente, me solidarizo com a dor da família dessa mulher de 40 anos cujo sonho de infância era treinar baleias. Mas, e a dor do animal? Será que não seria muito melhor investir o dinheiro para manter um show desse porte num programa mundial de proteção ao meio ambiente, para que esses animais pudessem nadar livres, em mares limpos?

Existem animais que adoram a companhia do homem, vivem adaptados à nossa realidade e às nossas casas. Outros, simplesmente, nunca se adaptarão. Serão sempre mais felizes em seus ambientes, longe dos nossos olhos e das nossas mãos. É assim, longe, que eles são lindos. É dessa forma que deveríamos apreciá-los.

Zoológicos que mantém espécies próximas à extinção em suas jaulas são, infelizmente, uma necessidade atualmente. Se não fosse pelo trabalho de reprodução assistida e preservação, muitas delas já teriam desaparecido pela caça predatória ou pela destruição de seu habitat. Mas meu sonho é que isso seja apenas uma medida paliativa e temporária, para que, no futuro, não haja mais necessidade de animais presos.

Se eu acreditar que o homem é dotado de inteligência e compaixão suficientes para cuidar desse planeta e dos que nele vivem, um dia também acreditarei que esse sonho seja realidade. E não precisarei viver num mundo sem pandas, tigres, araras-azuis…

 

A saga dos filmes sobre nazismo…

… continua! Mais um que entra pra lista:

Bastardos Inglórios é do brilhante Tarantino. A história é 100% ficção mas você vai desejar que ela tivesse sido real. Com todo Tarantino, é um filme bem violento mas cuja violência tem contexto e razão de ser. Eu sempre fico com um pé atrás com relação ao filmes dele, devido justamente à violência explícita que se tornou sua marca. Mas é uma fantasia maluca, divertida (por mais incrível que isso pareça) e com uma ótima estrutura narrativa.

E por falar nisso, você viu o que tá acontecendo lá em Auschwitz, o mais famoso de todos os campos de concentração, e virou notícia nos jornais alemães?

Assista e tire suas próprias conclusões…

E depois de ver tanta coisa horrível, morra de rir com isso e tome cuidado pra não derreter diante de tanta fofura com isso

Customização vapt-vupt com tachas

 

Se você ainda não cansou das tachinhas (eu ainda não cansei) e pretende fazer uma customização rápida, fácil e indolor, pense nessa ideia:

 

 

Receita

 

Uma camisa masculina vintage

Umas 100 tachinhas niqueladas

Um alicate (pra dobrar os ganchinhos na parte de trás das tachas – mais explicações aqui)

Umas duas horas do seu tempo e bastante capricho.

 

PRONTO!

 

Inspiração abaixo:

 

 

Faça a sua!

 

Sobre a Alemanha Nazista e seus arredores

Recentemente, assisti 3 filmes que abordavam, direta ou indiretamente, o nazismo.

 

 

Não se deixe enganar pelo elenco estrelar de Operação Valkiria. O filme é fantástico. Trata da última das 13 tentativas feitas por alemães de assassinar Hitler. No papel principal, Tom Cruise está ótimo. Repare nas caracterizações perfeitas, tanto de figurino, quanto de cenário e locação, as mesmas da história real. O figurino, em particular, foi feito com tanto capricho nos detalhes (a lã usada nos uniformes veio da mesma fábrica da época de Hitler) que quando Tom Cruise se viu caracterizado pela primeira vez no espelho ele passou mal a ponto de vomitar. Não perca.

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A Espiã não é um filme alemão, mas holandês. É interessante porque quase não se ouve falar da Holanda nesse período. A maioria das narrativas envolvendo nazismo e 2ª Guerra se passa na Alemanha, Polônia, Áustria… Enfim, a história é bem verossímil e as interpretações vicerais (Sebastian Koch, do ótimo A Vida dos Outros, faz parte do elenco). Bom pra conhecer um pouco mais a história do ponto de vista dos holandeses e ouvir um pouco essa língua diferente de quase tudo que você já ouviu. E preste atenção ao figurino… Lindoooo!!!

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Baseado no best seller homônimo, O Garoto de Pijama Listrado é um dramalhão. Releve algumas interpretações forçadas, umas escorregadas na verossimilhança e concentre-se na fábula de amizade e tolerância, que tem como protagonistas dois meninos de 8 anos: um alemãozinho, filho de um comandante, e um judeu, filho de um relojoeiro. Segure-se e vá até o final. Ah, prepare os lenços. Mesmo…

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Tá, esse já tem um tempinho, mas se você ainda não assistiu, assista já! Kate Winslet arrebatou o Oscar de Melhor Atriz por O Leitor, esse filme que ela leva nas costas brilhantemente. Também baseado em romance homônimo. Lindo, lindo, lindo… Não tem muito mais o que falar.

 

Bom “cinema”!

 

 

 

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