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As Cores e Flores da Farm

Rua Harmonia 57, em plena Vila Madalena. No endereço, um enorme painel anuncia: Harmonia gera Harmonia, Amor gera Amor, Gentileza gera Gentileza. Por trás da mensagem, surge a novidade: o terceiro espaço da grife Farm em São Paulo, inaugurado há duas semanas.

A gerente Renata vem me receber com seus faiscantes olhos verdes e seu delicioso sotaque carioca. As meninas que atendem os clientes (todas lindas!) vem nos receber na porta com um sorriso. A sensação é de chegar na casa de amigas, que mais parece um oásis num dia de muito calor: o espaço é refrescante, o verde repousa os olhos, é tudo aberto e ventilado…

A loja – que por causa da localização ganhou o nome de Farm Harmonia – ocupa uma casa de 1060 m2, que segue o conceito de “arquitetura verde”. Lá tudo respira natureza e transpira a alma carioca: da enorme escada feita com tronco de reflorestamento aos provadores em meio a uma mini floresta.

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Os provadores ficam aí dentro, em cubículos que parecem boxes com duchas. Aliás, reparem nas duchas…

A casa, um projeto de escritório franco-brasileiro Triptyque – premiado  no concurso NAJA 2008 – tem um processo de captação da água da chuva  que é tratada e reaproveitada no próprio espaço, através de um sistema de tubulação aparente que irriga a vegetação que adorna o prédio.

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Sua arquitetura é bem peculiar e criativa: são dois enormes blocos envidraçados, unidos por uma passarela metálica sob um área interna que se abre como uma clareira. As cores que predominam no projeto da Farm Harmonia são o amarelo e o verde. Bem brasileiro!

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A praia nos recebe na entrada, com areia e muito espaço. Uma árvore com 500 borboletas dá as boas-vindas aos visitantes. Ao fundo, ainda no primeiro piso, a Farm Harmonia entra no clima da Vila Madalena e vai oferecer um programa inusitado aos domingos: um refrescante banho de mangueira  – com água captada pelos tubos da casa – regado a samba de raiz, cerveja e água de coco, num clima bem carioca.

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Além de roupas da coleção atual, peças únicas (piloto) de coleções passadas também estarão à venda, além de um bazar, no terceiro andar. Outra inovação do espaço é promover, através de exposições e palestras, uma integração maior entre moda e arte.

As roupas são fresquinhas, larguinhas e cheias de detalhes cuidadosos, como bordados e aplicações.

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As havaianas customizadas são de-li-ci-o-sas! Pra comprar e usar muito! Aliás, os preços, tanto da coleção nova, “Rosa dos Ventos”, quanto do bazar, estão muito bons.

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Fico contente de ter aqui na Vila um projeto que reúne moda, bem viver e ecologia. Fico ansiosa pelos cursos e projetos culturais que possam estar chegando por aí. E ter um pedacinho do Rio aqui perto é um privilégio.

Dá uma passadinha: Farm Hamonia – Rua Harmonia, 57, na Vila Madalena. Também dê uma olhada no site, que tem um blog delicioso.

Faça sua Bermuda Saruel!

Pra sair por aí, no verão, e aproveitar uma peça que com certeza você já tem: uma canga!  Acompanhe o passo a passo e faça a sua!

 

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Pegue uma canga que você já tenha. A parte mais estreita tem que ser larga o suficiente para dar a volta na sua cintura.

 

 

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Passe por trás e dê um nó na frente.

 

 

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Agora, pegue o tecido e passe pelo meio das pernas, amarrando na cintura e dando um nó atrás.

 

 

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Dê uma arrumadinha no tecido, para não ficar muito largo. Enfie um pouquinho dentro do primeiro nozinho e faça franzidos.

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Pronto! Taí sua nova bermuda saruel! Fica linda também com um cinto de macramê ou trançado por cima e sandálias rasteiras.

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Se eu quiser ser bem chata, essa não é bem uma saruel, mas é chamada de calça envelope. É muito usada na Índia e no norte da África. A semelhança com a saruel é que ela também tem o característico cavalo baixo. Olha ela aí no desfile da Iódice no SPFW Primavera/Verão 2009:

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Chica Chica Bum Chic!

Carmen Miranda faria 100 anos esta semana, precisamente no dia 9 de fevereiro.

 

 

Não vou ficar falando da história dela e de como ela foi importante para passar um pouco da cultura brasileira para o mundo. Isso qualquer um acha no Google. Vou falar de como eu gosto de Carmen Miranda.

 

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Primeiro, acho que ela tem um carisma enorme, um sorriso maravilhoso e um olhar vivo e brilhante, que nem uma película de filme em preto e branco conseguiram esconder. Imagine na década de 40, uma mulher sai do Brasil para prosseguir a vida como artista nos Estados Unidos, pois já era uma intérprete de sucesso por aqui. Seu grande hit veio na década de 30, cantando “O que é que a baiana tem?”, de Dorival Caymmi. Se é complicado agora, imagine só naquela época! Mas ela foi. E tornou-se a artista estrangeira mais bem paga do cinema.

Além disso, acho o máximo o que ela fez com o figurino. Ela sabia que o personagem não está completo sem o figurino adequado. Por isso, desenhava e costurava as próprias roupas, os adereços de cabelo e o monte de balangandãs (é assim que se escreve?). E para compensar a baixa altura, 1,53m, inventou as plataformas gigantescas. Figurinos riquíssimos, cheios de bordados e caprichos, que ela guardava com carinho e que hoje moram no Museu Carmen Miranda, no Rio de Janeiro.

 

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Sua irmã, Aurora, dizia que, se não tivesse sido cantora e artista, teria sido estilista. Ela adorava pesquisar tecidos, inventar modelagens, experimentar.  Parecia ligada no 220V, gesticulava muito e falava alto. Seus olhos verdes pareciam duas esmeraldas e irridiavam um brilho difícil de imaginar apagado.

Mesmo assim, apagou-se. Cedo demais. No documentário produzido pela irmã, “Banana is my business”, podemos ver um pouco da tristeza dessa portuguesinha brasileira que ria tanto. Na biografia de Ruy Castro, “Carmen”, também.

Desde pequena, ouvia as músicas de Carmen Miranda, especialmente “Taí” e “Alô, Alô”, que sei de cor. Aquela vozinha aguda e simpática nunca mais me deixou. E acho que ela também não deixa mais o imaginário cultural brasileiro.

Ainda bem.

 

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 Clique para ouvir Taí e Adeus Batucada

 

Brechó Varal do Beco – Reflexões

 

Em novembro do ano passado, a Revista Cláudia publicou um especial de roupas de festa por até R$380. E só deu Varal do Beco!

Confira as fotos:

 

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Vendo essas fotos, podemos tirar algumas conclusões sobre roupa de brechó:

  • A não ser que você esteja indo para uma festa temática, não se vista inteiramente com peças de época. Misture elementos bem contemporâneos com as peças antigas. Reparou na primeira foto? A blusa de renda do brechó foi usada com uma calça saruel.
  • Cuide do cabelo e da maquiagem. Arrume-se, faça um penteado e uma maquiagem caprichada. Senão, vai ficar com uma cara triste e isso vai passar para a roupa, que como num passe de mágica (muito do mal) acaba parecendo “velha” em vez de “antiga” ou “de época”.
  • Não tenha medo. Mesmo peças bem datadas (como o vestido de seda anos 70 de mangas bufantes aí em cima) podem fazer milagres por você numa produção bem feitinha. Quando é o caso de uma peça inteira, como um vestido, capriche nos acessórios: sapatos e bolsas impecáveis.
  • Não se engane: fazer uma boa combinação com peças vintage exige tempo e paciência. Se você não está a fim, não force. É preciso gostar de garimpar para entrar nesse mundo maravilhoso dos brechós!

 

Brechó Varal do Beco

Nesse sábado, eu, Lily e Lou fizemos um passeio bem legal: fomos conhecer os brechós da Vila Madalena.

Quer dizer, a intenção era conhecer vários brechós mas acabamos ficando num único endereço: o Brechó Varal do Beco.

E não é pra menos. O brechó é enorme, tem milhares de peças, super organizado e limpo. Nossa impressão foi das melhores. Logo que entramos, já soubemos que seria uma boa garimpagem.

 

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Mensagem no provador... Esse lugar é pra entrar e descobrir aos pouquinhos...

 

“Realmente é uma voltinha ao passado com muita surpresa e diversão,e acima de tudo memória e originalidade. Entre nossas araras você volta no tempo e automaticamente já entra no clima da sua festa de Época ao tocar em uma roupa antiga e perceber pela textura,estamparia e modelo que se trata de um tecido que deixou de ser fabricado; com modelos estruturados ,muitos dos quais de alfaiataria e de grifes passadas que já não mais existem (nutrisport, poolsport, daruma, sela, karibé, captólio, lumiéri e ustop e etc),com cores e estampas impactantes e surpreendentes”, diz o site do brechó, aliás, site super organizado que vale uma visita atenta.

E o site continua: “Um brechó com um apurado gosto vintage, onde o forte são as araras, com relíquias, que se renovam constantemente. Nosso vício é a necessidade e o prazer de garimpar peças raras diariamente. Sempre buscando novas fontes, não apenas em São Paulo, mas em todo o brasil e exterior. Com estes frequentes achados nosso acervo cresce dia após dia. E além de locarmos, também vendemos. E o preço é uma bagatelinha….. Um brechó de bom gosto; fácil para localizar as peças,todas organizadas por categoria e estilo, higienizadas, onde o cliente, se quiser, pode até sair vestido, pois a roupa estará sem defeito,limpa e liiiiiinda!!!!”.

É tudo verdade! O brechó Varal do Beco é especializado em peças dos anos 50, 60 e 70 e tem mais de 1000 peças em seu acervo. Veja o que separamos de mais bonito:

 

Renata veste:

 

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Coletinho de renda e babados (duas tendências fortes!) – R$21

 

 

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Batinha de veludo – R$38 (VENDIDA)

 

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Vestido tubinho com estampa imitando tingimento – R$44 (VENDIDO)

 

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Babados e Bolinhas – R$64 (somente para aluguel)

 

 

Lily veste:

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Vestido de chiffon – R$68 (VENDIDO)

Cinto – R$21

Bolsinha – R$68

 

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Vestido tubinho – R$69 (VENDIDO)

No detalhe, bolsinha rígida, original dos anos 80 – R$32

 

 

Lou veste:

 

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Faixa com rosas de tecido para a cintura – R$8 (somente aluguel)

 

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Mistura de estampas!

Blusa de tricô – R$22

Saia de tafetá – R$36

 

Só posso dizer que, se brechó é bom, brechó com as amigas é melhor ainda! Fora todas essas roupas lindas, ainda contamos com a ajuda e a simpatia total da Sandra, que nos ajudou a escolher acessórios, deu palpites e sugestões muito bem vindas e aceitas e teve a maior paciência do mundo nas 3 horas que ficamos ali! Sandra, você é um amor!

 

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Sandra, com seu jeitinho calmo e sorridente!

 

Outros achados surpreendentes:

 

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Vestido de babados – R$68

 

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Vestido tipo chemisier da Zara – R$68

 

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Vestido de jersey, com busto forrado e detalhe de trancinhas – R$98

 

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Vestido xadrez com babados no decote – R$44

 

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Saia com estampa de lacinhos – R$38

 

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Carteira de mão marrom – R$23

 

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Carteira de mão vermelha – R$26

 

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Carteira de mão preta – R$24

 

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Carteira de mão azul-marinho – R$22

 

 

Apareçam por lá:

O Brechó Varal do Beco fica na rua Cardeal Arcoverde,1771.
Entre as ruas Mourato Coelho e Fradique Coutinho.
Com estacionamento conveniado na Rua Cardeal Arcoverde, 1745.

Qualquer dúvida:  Tel: (11) 3032-5074 / 8294-6802

E olhem a Vitrine Virtual que eles também entregam na sua casa!

 

Para mais fotinhas e making of, dá uma olhada no Flickr.

 

 

Na Primavera/Verão, Flores!

 

Não há nada mais fácil e mais lindo do que uma flor. Enfeitando o cabelo, a blusa, o cinto, a bolsa ou qualquer outro lugar onde você queira, uma flor de tecido ou de linha acaba sempre virando o centro das atenções.

Da mais simples à mais sofisticada, tudo depende do seu estilo. Se você tem um jeito mais menininha, vai ficar linda com uma flor de cores vivas e formas simples. Experimente confeccioná-la em tecidos mais firmes, como brim ou popeline, ou até mesmo feltro bem colorido. Veja a sugestão da Manequim, que pode ser confeccionada em uma só cor ou toda colorida, você escolhe!

 

Material

• 1 pedaço de tecido de sua escolha de 20 x 20 cm
• 17 contas de acrílico ou 1 botão niquelado
• 1 pedaço pequeno de papel
• cartão
• cola de tecido
• agulha
• linha da cor do tecido
• tesoura 

 

Como fazer
• Em um pedaço de papelcartão, desenhe e recorte um molde de pétala, conforme o esquema ao lado. • No avesso do tecido escolhido, faça os desenhos de quatro pétalas usando o molde. Recorte.
• Faça as pregas da pétala dobrando 0,5 cm da lateral direita verticalmente, em seguida dobre de novo ao meio e prenda com um alfinete. Faça o mesmo com o lado esquerdo. Costure a base da prega com alguns pontos.
• Para unir duas pétalas, primeiro prenda com alfinetes e depois costure toda a extensão da base. Faça o mesmo com o outro par. Em seguida, passe cola de tecido no centro dos pares e sobreponha um ao outro, formando a flor.
• Por fim, costure o centro da flor para reforçar a montagem e espere a cola secar totalmente.

PALETÓ Seiki e CARTEIRA Lorraci

DICAS
• Utilize, como material para fazer a flor, couro sintético ou tecidos bem encorpados, como veludo e camurça.
• Para o miolo da flor, aplique contas de acrílico, que podem ser coladas desde as pétalas até o centro. Outra opção é costurar um botão no centro da peça.

Na hora de usar
• O enfeite pode ser aplicado como um broche em carteiras, echarpes e casacos. Para isso, cole um fecho na parte de trás das pétalas.
• Se quiser usar a flor no cabelo, finalize com um grampo de metal. “Faça as aplicações em um pedaço de tecido, que deve ser colado sobre as costuras”, ensina a designer responsável pela confecção da peça, Bida Thomazini.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fazendo várias florzinhas, dá pra usar como acessório, um colar de várias voltas ou um cinto, uma tiara… Veja as sugestões da Refazenda:

 

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Para aquelas que já têm mais intimidade com as agulhas, sugestão de pingente (que pode ser um chaveiro ou um pingente de colar) da Pingouin:

 

Chaveiro Rosita Material
Pingouin Bella: fios nas cores: tomate; ipê; seiva; cru; camelo;ag. para crochê Pingouin nº 2; contas em vários tamanhos; 1 fecho para chaveiro; 6 contar de ½ cm de diâmetro para revestir de crochê.

Pontos empregados
Correntinha (corr.).Ponto baixíssimo (p.bxmo.): introduzir a ag.; laç.; puxar o p. e passa-lo diretamente no p. da ag.. Ponto baixo (p.b.): introduzir a ag. laç.; puxar o p. e com outra laç. rem. todos os p..
Meio ponto (m.p.): laç.; introduzir a ag.; laç.; puxar o p. e com outra laç.; rem. todos os p.. Ponto alto (p.a.):  laç.;introduzir a ag. laç.; puxar o p.; laç. rem. 2 p. e com outra laç. rem. todos os p..
Flor: seguir o passo 1 e 2. Bola : seguir o gráfico.
Miolo : seguir o gráfico. Laço : seguir o gráfico.
Folhas : seguir o gráfico.
Amostra – A flor mede 6 cm de diâmetro. 

Realização
Fazer uma flor seguindo o passo a passo 1 e 2 com o fio vermelho.
Bola – Fazer uma corr. de 4 p. fechar em círculo e trabalhar a bola seguindo o gráfico. Fechar a bola na última carr. deixando a conta de ½ cm dentro para o enchimento (fica bem justo). Revestir as 6 contas de ½ cm sendo 2 com o fio seiva e 4 com o fio camelo. Com o fio ipê fazer o miolo seguindo o gráfico. Com o fio seiva fazer as folhas seguindo o gráfico.

Modo de armar
Prender o miolo na flor com uma conta no centro. Prender o fecho do chaveiro nas folhas com uma carr. de p.b.. Fazer 3 corr. crú com 18 cm cada intercalando contas e laço durante a execução. Prender as bolas de crochê com o fio seiva no centro de duas corr.. Com o fio seiva fazer uma corr. de 5 cm e prender uma bola (fio camelo) de crochê na ponta.
Fazer mais 3 corr. com o fio seiva com 18 cm cada intercalando contas e laço durante a execução. Prender as bolas de crochê com o fio camelo no centro de duas corr.. Prender todas as pontas das corr. juntas por trás da flor. Em seguida prender as folhas com o fecho por trás das corr..

 

 

 As minhas flores, eu fui inventando:

 

A simples sacolinha de feira fica mais alegre com o bordado de lantejoulas. Usei fio de nylon e desenhei a flor com giz de costura à mão livre.
A simples sacolinha de feira fica mais alegre com o bordado de lantejoulas. Usei fio de nylon e desenhei a flor com giz de costura à mão livre.

 

Já a saiona preta fica bem menos séria com a aplicação de flores de feltro, com linha de pesponto. Na frente, duas; atrás, uma. Se quiser, borde uma só, bem grande, numa das laterais. A mesma idéia pode ser aproveitada para uma saia jeans, mas não com feltro.
Já a saiona preta fica bem menos séria com a aplicação de flores de feltro, com linha de pesponto. Na frente, duas; atrás, uma. Se quiser, borde uma só, bem grande, numa das laterais. A mesma idéia pode ser aproveitada para uma saia jeans, mas não com feltro.

 

Ah, claro, tem também na camiseta.

 

Agora, mãos à obra e vá florear por aí!