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O que você tem feito?

Gente, tem uma pesquisa bem legal do site Planeta Sustentável acontecendo: trata-se de conhecer e medir qual o seu grau de engajamento com o tema da sustentabilidade. É só clicar aqui e responder até o dia 06 de abril. Vale a pena.

Às vezes, a gente pode pensar que precisa mover mundos e fundos pra fazer alguma coisa e pode nem perceber que atitudes bem pequenininhas, como fechar a torneira enquanto escova os dentes e tomar banhos mais rápidos, pode fazer muita diferença. Conversa e convença outras pessoas a reciclar. Coloque a mão na massa. Pesquise antes de comprar, pra saber como funciona aquela empresa ou se a propaganda de sustentabilidade e preocupação ecológica que ela alardeia não fica só na peça publicitária. Evite comprar produtos de origem animal. Pense antes de comer.

Pare e pense. Não cede facilmente à tentação e ao desejo consumista. Você não é o que você veste ou calça. Você é você. Não deixe ninguém te convencer do contrário. Você é o que você consome no sentido daquilo mostrar quais são as suas prioridades. Ande com a cabeça leve e a consciência tranquila. O problema é enorme e vai atingir todo mundo se não pararmos agora.

Por falar em problema, quem estiver em São Paulo está convidado para a exposição INTEMPÉRIES – O FIM DO TEMPO. Vinte e nove artistas de dezesseis países refletem sobre a relação entre o homem, a arte e a situação climática do mundo. Os suportes utilizados na coletiva são vídeos e fotografias. Entre os participantes estão o mineiro radicado no Rio de Janeiro Thiago Rocha Pitta, o paulistano Paulo Climachauska, o chinês Yang Shaobin e o inglês Simon Faithfull. Na Oca. Parque do Ibirapuera, portão 3, 5083-0519. Terça a domingo e feriados, 10h às 18h. Grátis. Até 12 de abril.

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Vai lá e depois tente não fazer nada…

Para fazer no final de semana…

Gente, tem coisa mais gostosa que tirar um tempinho no final de semana pra se cuidar?

Por isso, separei um artigo super pertinente para esta época: como hidratar os cabelos queimados de sol! Quem escreveu foi Tiago Parente, que é cabeleireiro, membro da Haute Coiffure Française, Paris, e sócio do salão Fashion Clinic, em Ipanema, no Rio de Janeiro.  Vamos às dicas!!!

 

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Uma das perguntas mais freqüentes no salão é: “como faço para manter meus fios hidratados em casa?”

Hoje em dia, você pode tirar partido dos tratamentos de hidratação que podem ser feitos em casa e, assim, resgatar a vitalidade dos fios. Os cabelos secos sofrem mais, mas todos os tipos de cabelo – normais, oleosos, mistos, ondulados ou lisos – estão sujeitos a perder o aspecto saudável devido ao excesso de sol, vento, cloro, água do mar, poluição, tinturas, escovas ou chapinhas.

Estes agentes externos abrem as escamas da cutícula capilar, permitindo a saída das moléculas de água que hidratam os fios. No final do verão, então, são visíveis os estragos causados pelos prazeres desfrutados na estação mais quente do ano. Eu costumo brincar que os cabelos ficam com sede! Como resultado dos danos à estrutura capilar, os fios tornam-se ressecados, opacos e quebradiços.

A hidratação faz com que as escamas arrepiadas se ajeitem, se encaixem, melhorando a textura. Além das técnicas feitas em salões de beleza, é possível declarar guerra à fragilidade e à falta de brilho no conforto do lar. Na sua casa. É que avanços tecnológicos felizmente aposentaram aqueles antigos coquetéis que empastavam os fios.

 

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Os cremes de tratamento intensivo são uma forma prática de devolver a vitalidade aos fios. Eu, particularmente, prefiro os que levam queratina, aminoácidos da seda ou silicone (este impermeabiliza o fio, fazendo com que ele retenha maior quantidade de água na superfície).

No mercado, existem várias formulações específicas para o tipo e o estado dos fios, como os indicados para cabelos fracos, quebradiços, longos, cacheados, com tratamentos químicos ou tinturas, que permitem acertar no alvo com mais facilidade. O grande segredo é realmente escolher o produto certo.

Na hora de aplicar, é preciso observar as recomendações de cada fabricante. O ideal é lavar o cabelo, passar o creme e fazer algo para aumentar a temperatura, como touca térmica ou uma toalha úmida quente, para que a cutícula do fio se abra e o produto penetre. É especialmente indicado que a aplicação seja feita em meio úmido, como vapor, para que o calor não faça com que o fio perca água para o meio externo, o que pode prejudicar o resultado.

 

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Há dois cuidados que devem ser seguidos à risca. O primeiro é jamais aplicar o creme nas raízes, sempre passando em direção às pontas (da orelha para baixo). A prevenção evita o excesso de oleosidade nas raízes, que pode até desencadear quadros de queda, seborreia ou caspa.

O segundo é realmente limitar-se ao tempo prescrito pelo fabricante. Como a hidratação é feita em casa, muitas pessoas acabam deixando mais tempo do que deveriam. A hidratação excessiva, em vez de embelezar as melenas, pode deixá-las oleosas, ensebadas ou meladas.

A frequência depende das condições de cada cabelo, variando de semanal (para os extremamente danificados) até mensal. Mas, em geral, o ideal é fazê-la quinzenalmente.

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 Entre os produtos que eu uso e recomendo estão a linha de máscaras capilares da Surya que, além de deixarem os cabelos lindos porque são feitos de ingredientes naturais, sem corantes ou parabenos, é totalmente vegan. Isso significa que o recolhimento dos ingredientes na natureza seguiu um calendário que não fosse predatório e nenhuma animal teve que passar por testes. Aliás, sempre fico atenta às empresas que têm essa prática: se usam animais em testes, eu não compro. E passo pra frente. Fiquei sabendo recentemente que a Dove faz testes em animais e fiquei triste. Afinal, com uma campanha tão bonita de valorizar a própria beleza, eu esperava mais. E tanta gente fala de sustentabilidade e ecologia só da boca pra fora, como num golpe de marketing. É preciso ficar atenta.

Aliás, as hennas da Surya, além de dar um tonzinho no cabelo, também são máscaras de hidratação. O cabelo fica com um brilho e uma maciez inacreditáveis! Experimenta que você vai gostar! (eu não estou ganhando nada pra falar isso… ehehe 😉

Então, vai cuidar do cabelão ou do cabelinho neste final de semana e comece a semana que vem toda linda!

 

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As Cores e Flores da Farm

Rua Harmonia 57, em plena Vila Madalena. No endereço, um enorme painel anuncia: Harmonia gera Harmonia, Amor gera Amor, Gentileza gera Gentileza. Por trás da mensagem, surge a novidade: o terceiro espaço da grife Farm em São Paulo, inaugurado há duas semanas.

A gerente Renata vem me receber com seus faiscantes olhos verdes e seu delicioso sotaque carioca. As meninas que atendem os clientes (todas lindas!) vem nos receber na porta com um sorriso. A sensação é de chegar na casa de amigas, que mais parece um oásis num dia de muito calor: o espaço é refrescante, o verde repousa os olhos, é tudo aberto e ventilado…

A loja – que por causa da localização ganhou o nome de Farm Harmonia – ocupa uma casa de 1060 m2, que segue o conceito de “arquitetura verde”. Lá tudo respira natureza e transpira a alma carioca: da enorme escada feita com tronco de reflorestamento aos provadores em meio a uma mini floresta.

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Os provadores ficam aí dentro, em cubículos que parecem boxes com duchas. Aliás, reparem nas duchas…

A casa, um projeto de escritório franco-brasileiro Triptyque – premiado  no concurso NAJA 2008 – tem um processo de captação da água da chuva  que é tratada e reaproveitada no próprio espaço, através de um sistema de tubulação aparente que irriga a vegetação que adorna o prédio.

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Sua arquitetura é bem peculiar e criativa: são dois enormes blocos envidraçados, unidos por uma passarela metálica sob um área interna que se abre como uma clareira. As cores que predominam no projeto da Farm Harmonia são o amarelo e o verde. Bem brasileiro!

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A praia nos recebe na entrada, com areia e muito espaço. Uma árvore com 500 borboletas dá as boas-vindas aos visitantes. Ao fundo, ainda no primeiro piso, a Farm Harmonia entra no clima da Vila Madalena e vai oferecer um programa inusitado aos domingos: um refrescante banho de mangueira  – com água captada pelos tubos da casa – regado a samba de raiz, cerveja e água de coco, num clima bem carioca.

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Além de roupas da coleção atual, peças únicas (piloto) de coleções passadas também estarão à venda, além de um bazar, no terceiro andar. Outra inovação do espaço é promover, através de exposições e palestras, uma integração maior entre moda e arte.

As roupas são fresquinhas, larguinhas e cheias de detalhes cuidadosos, como bordados e aplicações.

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As havaianas customizadas são de-li-ci-o-sas! Pra comprar e usar muito! Aliás, os preços, tanto da coleção nova, “Rosa dos Ventos”, quanto do bazar, estão muito bons.

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Fico contente de ter aqui na Vila um projeto que reúne moda, bem viver e ecologia. Fico ansiosa pelos cursos e projetos culturais que possam estar chegando por aí. E ter um pedacinho do Rio aqui perto é um privilégio.

Dá uma passadinha: Farm Hamonia – Rua Harmonia, 57, na Vila Madalena. Também dê uma olhada no site, que tem um blog delicioso.

Inspiração para voltar

A noite passada acordei com o teu beijo
descias o Douro e eu fui esperar-te ao Tejo
vinhas numa barca que não vi passar
corri pela margem até à beira do mar
até que te vi num castelo de areia
cantavas “sou gaivota e fui sereia”
ri-me de ti “então porque não voas?”
e então tu olhaste
depois sorriste
abriste a janela e voaste

A noite passada fui passear no mar
a viola irmã cuidou de me arrastar
chegado ao mar alto abriu-se em dois o mundo
olhei para baixo dormias lá no fundo
faltou-me o pé senti que me afundava
por entre as algas teu cabelo boiava
a lua cheia escureceu nas águas
e então falámos
e então dissemos
aqui vivemos muitos anos

A noite passada um paredão ruiu
pela fresta aberta o meu peito fugiu
estavas do outro lado a tricotar janelas
vias-me em segredo ao debruçar-te nelas
cheguei-me a ti disse baixinho “olá”,
toquei-te no ombro e a marca ficou lá
o sol inteiro caiu entre os montes
e então olhaste
depois sorriste
disseste “ainda bem que voltaste”

A Noite Passada – Sérgio Godinho

Liquidações Mil

Nessa época de liquidações e bazares a perder de vista o que não podemos é esquecer o bom senso. Comprar por impulso é um erro bobo que causa arrependimentos e muita chateação.

 

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Separei dois artigos muito bons sobre o consumo e como se planejar para não estourar o orçamento:

 

SEM LIQUIDAR O BOLSO

 

Reserve só uma hora para a compra.

Caso contrário, vira passeio, você vê algo em que não havia pensado e, zapt, lá se foi o planejamento

 

VOCÊ, LEITOR, voltou de férias coletivas, depois de comer peru no Natal e beber champanhe no Ano-Novo. Gastou muito, é claro, porque quem consegue viajar, fazer ceia e comprar presentes com pouco dinheiro? Ninguém.

No retorno ao trabalho, percebe que suas gravatas têm cara de inimigo secreto. As meias estão no fim da vida e falta um terno decente para reuniões de negócios.

Ou você, leitora, se dá conta de que o armário está cheio. Mas que também não tem roupas apresentáveis para seminários, workshops e outros eventos de trabalho.

Comprar, nesses casos, é fundamental. Mas como não torrar o que ainda nem foi ganho? Como não virar náufrago do cartão de crédito?
Bem, há as liquidações de janeiro, período fraco para as vendas, porque muitos estão em férias, na praia ou na serra, preocupados com o lazer, não com o trabalho. Mas liquidação não é uma palavra abençoada, que absolve qualquer compra. Antes de pisar na loja, responda algumas perguntas básicas:

1 Do que preciso mesmo?

2 Quais tecidos e cores pretendo comprar?

3 Tenho sapatos que combinam com essas roupas?

4 Quantos arranjos posso fazer com o que comprarei?

5 Quanto pretendo gastar?

6 Quanto posso gastar?

7 Em que condições vou pagar?

Respondeu tudo, sinceramente? Então você está pronto (a) para comparar preços, condições de pagamento etc. Só vale a pena fechar a compra depois de conhecer a média de preços cobrados pelas lojas.

Não aposte nos quilos que perderá no futuro. Resigne-se em comprar roupas que sirvam de verdade em você. Cuidado com cores exóticas: ficam “marcadas” rapidamente e não combinam com nada que você já tem. Prefira peças clássicas.

É bem mais fácil para os homens: terno azul-marinho ou preto, gravata vermelha ou azul, camisa social branca ou azul-claro. Talvez um blazer azul, para usar com calça de sarja ou jeans. Mas nós, mulheres, não temos o terno como uniforme. Então, é necessário planejar ainda mais o que comprar. Normalmente, ambientes de trabalho pedem roupas mais sóbrias.

Uma dica: depois de decidir tudo, reserve uma hora, no máximo, para a compra. Caso contrário, virará um passeio, você verá algo interessante em que não havia pensado, e, zapt, lá se foi o planejamento das compras.

Atenção às falsas liquidações. Aquelas que indicam reduções de até 50% do preço. Mas que reduziram produtos muito caros. Ou que colocam um valor baixo na vitrine, por exemplo, R$ 50, e, em tamanho quase ilegível, dez vezes.

Liquidação, para valer a pena, tem que dar descontos reais, para bons produtos. Nem é preciso dizer que oferecer uma roupa que será pouco usada por um preço mais ou menos é enganação pura.

Portanto, olho vivo, planeje, compare, escolha e boas compras.

http://mariainesdolci.folha.blog.uol.com.br

 

 

ARTIGO DA INFOMONEY

 

Janeiro chegou e nesta época do ano muita gente aproveita para renovar o guarda-roupa, trocar a mobília da casa ou comprar aquele eletrodoméstico que estava namorando há tempos tentando aproveitar os baixos preços das liquidações de início de ano. Entretanto, entidades de defesa do consumidor alertam que o que seria uma tentativa de economizar, pode se tornar uma grande dor de cabeça, se o consumidor não estiver atento.
De acordo com o técnico em defesa do consumidor do Procon-SP, Raúl Dalaneze, neste período, é muito comum a compra por impulso, que consequentemente, mais tarde, resulta em arrependimento. “Por ser ostensivamente exposto a propagandas de ofertas e liquidações, o consumidor é levado a adquirir, muitas vezes, produtos que não está precisando e nem vai utilizar posteriormente. Por isso, é preciso pensar bem antes de comprar e verificar se a mercadoria é realmente necessária”, diz. A advogada da ProTeste – Associação de Consumidores, Vanessa Vieira, concorda e acrescenta: “É muito importante que mesmo quando se trata de liquidações, o consumidor faça uma boa pesquisa de preços para verificar se realmente a compra é vantajosa.”

Direitos e liquidações

Vanessa também alerta para a necessidade do cliente avaliar com cuidado se o que está comprando se encontra realmente em boas condições, já que é muito comum a oferta de produtos do mostruário ou com pequenos defeitos nestas promoções. Segundo ela, se a loja anunciou e especificou com detalhes na nota fiscal que a mercadoria possui algum problema, o consumidor não poderá exigir troca depois.

Por outro lado, diz o técnico do Procon-SP, se o problema constatado não estiver especificado em nota, o consumidor poderá cancelar a compra, pedir abatimento no preço ou mesmo a troca do produto, se o caso não for resolvido pelo fornecedor em um período máximo de 30 dias.

Liquidações virtuais

No caso de compras realizadas em saldões virtuais, mesmo que na descrição conste os eventuais defeitos ou problemas do objeto, o consumidor poderá desistir da compra em até sete dias, pois, segundo os especialistas, o comprador não teve a oportunidade de manusear a mercadoria em questão.

Independente se a compra foi presencial ou não, é importante que o consumidor sempre peça nota fiscal e guarde panfletos, e-mails ou anúncios que comprovem a oferta anunciada, caso tenham algum problema posteriormente.

Para tirar melhor proveito das liquidações, a ProTeste listou alguns cuidados, que podem ser conferidos abaixo:

  • Não tenha pressa. Avalie com cuidado os produtos. No caso de roupas, prefira modelos mais clássicos e cores neutras;
  • Não compre por impulso, só porque é barato, pois esta atitude pode comprometer o orçamento familiar;
  • Faça pesquisa de preço para verificar se não se trata de “falsa liquidação”;
  • Avalie se realmente compensam as promoções do tipo “pague dois, leve três”, ou que dêem brindes e descontos em uma segunda compra;
  • Tenha cuidado redobrado com o estado das mercadorias, especialmente aquelas em exposição. Confira se não há defeitos que comprometam a utilização.

 

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O Amor Maior do Mundo

 

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Ontem, meus pais completaram 36 anos de casamento. Eu, com meus pouco mais de 5 anos de união, sei como é difícil, às vezes, manter a cabeça no lugar. Por mais que amemos quem está ao nosso lado, sempre haverá uma coisa ou outra que irá nos surpreender ou nos desapontar. Mas isso não pode ser um problema maior do que a vontade de amar.

O que aprendi com meu pai foi que devoção pode não ter limites. Ser apaixonado pelo que faz é a chave do sucesso profissional e acreditar em si mesmo é o maior dos elogios. Meu pai é professor por escolha afetiva. Desde que me conheço por gente ele vivia cercado de livros e papéis, que eu também aprendi a amar. Meu pai é um livro aberto de sabedoria e amor.

Com minha mãe, aprendi a cozinhar e a gostar de artesanato. Nas tardes de chuva ou de calor, minha mãe, eu e minhas irmãs passávamos longas horas costurando, tricotando, bordando ou tingindo panos de cores maravilhosas. Minha mãe também me ensinou a amar os animais e as plantas. Tudo era novo, o tempo passava rápido. Minha mãe é um novelo macio de lã.

Hoje, meus pais são minha grande inspiração e meu exemplo. Olhando para trás, vejo que fizeram tudo certo. Casada, eu quero manter em meu relacionamento o amor e o respeito que eles mantiveram no deles. Se um dia tiver um filho, quero ser para ele a mãe e o pai que tive para mim.

Sempre me lembro de Drummond que, como a maioria dos poetas, falou tão bem do amor: “Existem muitas razões para não amar uma pessoa e apenas uma para amá-la”. Que essa razão esteja sempre à frente das dificuldades.